Treinador de Curaçao renuncia cargo um mês antes do Mundial
O território de menor dimensão a garantir vaga num campeonato do mundo acabou colocado num grupo exigente, com Alemanha, Costa do Marfim e Equador.
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Rutten, antigo técnico de PSV, Twente, Schalke 04 e Anderlecht, para além de outros emblemas, ocupou o posto em fevereiro, na sequência da surpreendente partida do compatriota holandês Dick Advocaat.
Advocaat levou Curaçao à qualificação para o torneio, mas optou por abandonar a formação para se dedicar à filha, que atravessa questões de saúde.
Nos amigáveis de março sob a orientação de Rutten, o conjunto das Caraíbas perdeu por 2 a 0 frente à China e por 5 a 1 ante a Austrália.
De acordo com o comunicado da FFK, Rutten renunciou para "garantir a estabilidade e preservar ligações profissionais positivas no seio da equipa e da estrutura técnica".
"O prazo aperta e Curaçao tem de avançar. Peço desculpa pelo desenrolar dos eventos, mas desejo sucesso a todos", afirmou o responsável, mencionado no anúncio da federação.
Em abril, Rutten referiu numa conversa com a AFP que se tratava de uma tarefa "extremamente árdua" gerir a equipa a escassos meses do campeonato do mundo, agendado de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
"É desafiante: estou a integrar um grupo que forma genuinamente uma família", declarou nessa altura.