Íñigo Pérez: "Prefiro perder uma final do que sofrer a dor da descida"
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As ausências incluem Luiz Felipe, que não jogará mais esta temporada. Randy e Álvaro também faltarão amanhã. Augusto recuperou bem. O resto do grupo está animado. Este treino final traz alívio. Já analisámos todos os detalhes.
Relativamente à estratégia tática, o treinador avisou sobre os riscos de enfrentar um Estrasburgo fresco e habilidoso em criar desequilíbrios em qualquer área do campo. Para Íñigo, a chave reside em preservar a firmeza defensiva face a uma formação que pune erros com o seu jogo direto.
Enfrentamos uma equipa nova, repleta de promessas globais excecionais. Jogam de forma agressiva no ataque, capazes de perfurar defesas em qualquer momento. Isso provoca desordem e exige de nós uma defesa sólida. Será um embate feroz entre duas squads que ambicionam controlar a bola e marcar.
Quanto ao seu humor emocional, o comandante de Navarra optou por descrever uma excitação parecida com os inícios, em lugar de stress negativo. Enfatizou o clima em Vallecas como o impulso vital para inflamar os fãs, que experienciam estes instantes com paixão inigualável.
Não sinto ansiedade. Talvez um toque de expectativa, como no primeiro romance. É algo bom. Não é ansiedade propriamente dita. Essa expectativa, bem vista, é benéfica. Desejamos que tudo arranque logo. Vemos paralelos com o episódio recente. Reflete a vibração do bairro. Tomara que amanhã potenciemos estas energias. É essencial iniciar o fogo, o público anseia por mais combustível.
Sobre o legado histórico e a discussão entre conquistas continentais e permanência na LaLiga, Íñigo Pérez foi direto: o Rayo não renuncia a nenhum objetivo. O sonho de uma final memorável coexiste com o compromisso total à essência do emblema e ao apreço pelas experiências que se forjam agora.
Não considero a hipótese de cair. Escolheria perder uma final em vez de aguentar o sofrimento da despromoção. Entendo os torcedores e eu próprio optaria por tudo na Segunda Divisão com um título ao lado. Se for viável disputar ambos os fronts, devemos ir em frente. Há que forjar recordações, e já o fizemos. O essencial é participar, experienciar, existir, permanecer... Sem virar para o passado ou futuro.
Por último, o líder do Rayo realçou que, não obstante o desfecho do primeiro jogo, a série é uma longa prova onde o elemento mental ditará o equilíbrio final.
Quando terminar, conto-vos. Não prevejo o score exato. Desde o princípio, devemos capitalizar o encontro caseiro. Se nos permitirem o golo inicial, há que usá-lo. Amanhã é decisivo. O que se passar, ainda que ganhemos por goleada, resolver-se-á em Estrasburgo. A mente pesa 99 por cento.