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Carlo Ancelotti: o perfil discreto de quem pode ajudar o Brasil a recuperar a sua magia

Carlo Ancelotti: o perfil discreto de quem pode ajudar o Brasil a recuperar a sua magia

Carlo Ancelotti (Brasil)

DATA DE NASCIMENTO: 10 de junho de 1959 

NACIONALIDADE: Italiana

NO CARGO DESDE: maio de 2025

PERFIL TÁTICO: Ofensividade pragmática / Foco nas liberdades individuais

MAIORES CONQUISTAS COMO TÉCNICO: 5x campeão da Champions League (Milan/Real Madrid), campeão nas cinco principais ligas da Europa (Milan/Chelsea/PSG/Bayern de Munique/Real Madrid)

Fim de tabu para fazer a diferença

Para concretizar o grande sonho do hexacampeonato, o Brasil teve de abandonar certas tradições. Para numerosos adeptos, contar com um treinador estrangeiro ao comando da Seleção representa quase um tabu, ainda que Carlo Ancelotti seja, sem dúvida, um dos mais vitoriosos de sempre.

Confira a tabela da Copa do Mundo

É complicado precisar qual é a assinatura do italiano de 66 anos. Diferentemente de muitos pares, ele nunca desenvolveu uma ideia tática inovadora. No entanto, ao longo da sua carreira, estabeleceu vários recordes.

Muitos futebolistas apreciam a sua forma respeitosa de gerir o grupo. Ancelotti destaca-se por conceder ampla liberdade aos jogadores em campo e por não sobrecarregar a equipa com pormenores estratégicos. Quando as suas equipas exibem um futebol deslumbrante, geralmente deve-se ao facto de as estrelas se sentirem livres para exibir todo o talento sem restrições.

Esta filosofia adequa-se na perfeição à Seleção Brasileira, que desde o derradeiro título mundial em 2002 tem registado desilusões. Frequentemente, faltou rigor interno para defrontar em pé de igualdade as seleções europeias. O facto de alguns jogadores como Vinicius Junior, Casemiro e Rodrygo já terem colaborado com Ancelotti no Real Madrid não constitui obstáculo.

Ancelotti alcançou os seus primeiros grandes troféus como treinador entre 2001 e 2009 no Milan, onde dirigiu uma era de ouro. Ele construiu um meio-campo estelar com figuras como Andrea Pirlo, Clarence Seedorf, Gennaro Gattuso e Kaká, que se impôs no futebol europeu.

Pelos rossoneri, conquistou o bicampeonato da Champions League (2003 e 2007) e reforçou a sua reputação de treinador versátil, apto a converter talentos individuais numa equipa unida.