Bastian Schweinsteiger alvo de piada do presidente da câmara de Nova Iorque sobre o 7 a 1 durante digressão do troféu do Mundial
Um dos pontos altos do evento foi a presença do presidente da câmara de Nova Iorque, Zohram Mamdani, que assinalou a chegada do símbolo do maior evento desportivo do mundo.
Consulte a tabela do Mundial
Perante uma audiência repleta de convidados, Mamdani aproveitou para brincar com um dos convidados mais ilustres da cerimónia, o ex-médio alemão Bastian Schweinsteiger.
O autarca recordou a histórica vitória da Alemanha por 7 a 1 sobre o Brasil nas meias-finais do Mundial de 2014. Em tom descontraído, afirmou que Schweinsteiger deveria ter cuidado ao passear pelas ruas de Nova Iorque para não se cruzar com brasileiros que quisessem lembrá-lo desse resultado.
O ex-jogador entrou na piada e respondeu com bom humor. Ao subir ao púlpito, afirmou que a relação dos brasileiros com os alemães é caracterizada por um sentimento "agridoce".
Segundo Schweinsteiger, apesar da dolorosa eliminação em Belo Horizonte, a conquista alemã sobre a Argentina na final desse Mundial ajudou a atenuar a frustração brasileira. Um casal brasileiro que estava no evento respondeu com gritos de “Thank you”.
Numa breve conversa com o Flashscore, Schweinsteiger também recordou a sua passagem pelo Brasil durante o Mundial de 2014. O ex-jogador mencionou Belo Horizonte, palco da meia-final histórica, e falou com carinho sobre o período em que a delegação alemã esteve alojada na Bahia.
“Um sítio muito especial. Tenho óptimas memórias dele e do povo da Bahia”, disse Schweinsteiger no meio da correria de crianças que o rodeavam à procura de fotografias.
Sempre muito solicitado pelos fãs, o alemão distribuiu autógrafos, posou para fotografias e dedicou atenção especial às crianças presentes no evento.
O ex-jogador mostrou entusiasmo ao participar na cerimónia e celebrou a oportunidade de erguer novamente o troféu do Mundial, símbolo máximo do futebol mundial.
Schweinsteiger consola Mamdani após derrota do Arsenal
Outro momento descontraído da cerimónia ocorreu quando Schweinsteiger decidiu consolar o presidente da câmara de Nova Iorque, conhecido adepto do Arsenal. Em tom bem-humorado, o alemão recordou a recente frustração dos Gunners e traçou um paralelo com a sua própria carreira.
“Eu sei que és adepto do Arsenal e tenho uma coisa para te dizer: não precisas de ficar triste. Na minha primeira final da Liga dos Campeões, perdi para o Chelsea, mas no ano seguinte fui campeão”, recordou o ex-médio, arrancando risos dos presentes.
Schweinsteiger referia-se à derrota do Bayern de Munique para o Chelsea na final de 2011/12, antes de conquistar o título europeu no ano seguinte, contra o Borussia Dortmund. Ao ouvir a mensagem de optimismo, Mamdani reagiu imediatamente, cruzando os dedos.
A passagem da digressão do troféu por Nova Iorque reforça a expectativa para o Mundial de 2026, que se realizará nos Estados Unidos, Canadá e México. A cidade, uma das principais montras do torneio, já vive o clima da competição e recebeu com entusiasmo um dos troféus mais reconhecidos do desporto mundial.