Os motivos que levaram o Chelsea a demitir Liam Rosenior após menos de quatro meses
Divulgámos esta semana que o Chelsea manifestava apoio a Rosenior mas as nossas fontes duvidavam de que ele se manteria no posto se a fase ruim prosseguisse e esses temores concretizaram se agora.
A perda por 3-0 contra o Brighton na terça feira uma das atuações mais fracas do Chelsea esta temporada implica que o conjunto acumula cinco tropeços seguidos sem faturar qualquer tento nesses embates.
O emblema optou por remover Rosenior da função antes da semi final da Taça de Inglaterra contra o Leeds United porque passou a recear que o período adverso se prolongasse indefinidamente.
O Chelsea distanciou se da possibilidade de entrar na Liga dos Campeões pela sua colocação no campeonato e de acordo com informadores internos Rosenior falhou em ganhar o respeito e o domínio do elenco.
As suas decisões táticas e seleções de jogadores não o ajudaram a impor se perante o núcleo principal. Informantes próximos do vestiário indicaram ao Flashscore que embora a sua atitude tenha sido acolhida favoravelmente no começo os atletas depressa notaram que ele estava aquém do exigido para o posto e Rosenior não logrou mudar essa visão.
O episódio recente com Enzo Fernández também gerou atrito pois o médio enfrentou uma sanção interna.
A nomeação de Rosenior foi desde logo uma aposta ousada. Ele carecia de qualquer prática como técnico principal na Premier League vindo do Estrasburgo clube afiliado do Chelsea em França e obteve um vínculo de seis anos.
Não chegou a cumprir seis meses na posição.
Enzo Maresca saiu do Chelsea após um conflito com membros da direção e Rosenior tomou as rédeas em janeiro.
O declínio do Chelsea tem sido alarmante e as únicas conquistas recentes de peso ocorreram na Taça de Inglaterra diante de rivais de escalões inferiores.
Imediatamente após o revés de terça feira em Brighton surgiram sinais de que Rosenior seria afastado antes do encontro de fim de semana em Wembley contra o Leeds.
O Chelsea precisou de agir com brevidade quanto a quem o substituiria e isso explica por que o comunicado não veio logo após a derrota.
Calum McFarlane serviu como técnico interino da última vez que o Chelsea trocou de comandante e o emblema recorreria novamente a ele enquanto pondera o novo responsável permanente.
O emblema não previa uma alteração nesta altura pois nutria fé genuína na lealdade a Rosenior e na sua capacidade de reverter o panorama.
Assim ainda não prosseguiu com qualquer aspiração a treinador em tempo integral embora se conheça que Cesc Fàbregas orientador do Como figura entre os pretendentes.