Mundial 2026: RD Congo segura o ímpeto da Dinamarca em particular amigável (0 0)
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Com o apoio de 23 mil adeptos bastante entusiastas, vindos da comunidade congolesa na Bélgica e de países vizinhos, o antigo jogador do FC Porto Chancel Mbema e os seus colegas sentiram se seguros na defesa, mas revelaram se pouco eficazes diante da baliza de Filip Jorgensen.
O guarda redes escandinavo cumpriu a sua missão numa investida de Cédric Bakambu aos trinta minutos e, depois, num remate de Noah Sadiki aos sessenta. Voltou a mostrar se à altura perante Charles Pickel, o avançado da Cremonese que seguiu isolado em posição duvidosa de fora de jogo a vinte minutos do final, e destacou se na derradeira jogada ao travar um disparo de Joris Kayembe, também ex FC Porto.
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A preparar se para a sua primeira participação num Mundial em 52 anos, a equipa do francês Sébastien Desabre respondeu especialmente bem ao desafio físico colocado pelos dinamarqueses, uma das grandes ausências do torneio.
Este arranque da preparação, concretizado na Bélgica, nas infraestruturas do Standard de Liège, foi assim aprovado, tendo se preferido este local ao próprio país devido ao surto de Ébola. Na sexta feira, os Leopardos rumarão a Espanha, onde esperam realizar um segundo e último jogo de preparação antes de partirem para os Estados Unidos, enfrentando a Colômbia, Portugal e o Uzbequistão.
O duelo frente ao Chile, previsto para 09 de junho perto de Gibraltar, no sul de Espanha, está suspenso após ter sido cancelado pelo presidente da câmara local, que invocou a "cautela" perante os "potenciais riscos sanitários que possam existir" devido ao surto de Ébola no país africano.
"Existem outros estádios, é possível jogar à porta fechada, há várias alternativas (...) nós estamos habituados a adaptar nos, e aconteça o que acontecer vamos adaptar nos sem problema a todas estas situações", afirmou Sébastien Desabre em conferência de imprensa na terça feira, enquanto aguardava um novo local para o encontro.
As autoridades belgas, por seu lado, não levantaram qualquer objeção à realização do jogo na quarta feira em Liège.
Além do facto de os futebolistas congoleses atuarem fora do país, "o risco de transmissão do vírus é nulo, garantiu aos órgãos de comunicação locais o especialista em infecciologia belga Yves Van Laethem. Por um lado, porque a epidemia está confinada a uma zona muito circunscrita da RD Congo, longe das grandes cidades, e por outro, porque a doença só se transmite quando o indivíduo já está gravemente doente".
Os congoleses iniciam a competição precisamente frente a Portugal, na primeira jornada do Grupo K, num encontro marcado para 17 de junho, às 18:00 (hora de Lisboa), em Houston.