Mundial 2026: Ancelotti garante que o Brasil pode competir com todas as seleções do mundo
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Após vencer todos os títulos ao nível de clubes, o prestigiado treinador italiano irá fazer a sua estreia como selecionador na maior prova do futebol, liderando uma canarinha que não conquista o Mundial desde 2002.
Declarou em conferência de imprensa em East Rutherford, Nova Jérsia, onde às 23h00 de sábado (hora de Lisboa) vão enfrentar os Leões do Atlas: "É uma experiência nova, é uma responsabilidade representar o país do futebol. (...) São duas palavras: responsabilidade e honra. É um momento único e muito bonito na minha carreira"
Acrescentou: "Temos um plantel que pode rivalizar com todas as seleções do mundo, estamos certos disso. É um grupo com qualidade e experiência, que tem total confiança na sua capacidade para competir com todos"
Carletto, de 67 anos, afirmou que este será um Mundial muito "equilibrado" e mostrou-se "muito otimista" devido ao trabalho realizado pelos seus jogadores na preparação para o jogo de estreia do Grupo C, que inclui ainda Escócia e Haiti.
A canarinha chegou à América do Norte com várias incertezas devido ao seu futebol inconsistente e às muitas ausências, incluindo as dos avançados lesionados Rodrygo e Estêvão, que não foram chamados para a competição.
A estas baixas soma-se a ausência forçada de Neymar para a estreia, depois de ter sofrido uma lesão no gémeo da perna direita em meados de maio, devendo regressar aos treinos na próxima semana, de acordo com Ancelotti.
O treinador disse: "O Neymar está a trabalhar intensamente para recuperar o mais rápido possível. Convocámo-lo não apenas pela sua qualidade técnica, que é indiscutível, mas também pela experiência e pelo exemplo que pode transmitir aos mais jovens do grupo"