Messi mantém liderança como o mais bem remunerado da MLS, quase o triplo do segundo classificado
Os US$ 28,3 milhões (R$ 138,44 milhões) anuais garantidos que Messi aufere no Inter Miami continuam bem acima dos restantes atletas da competição norte-americana.
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Este montante não abrange outras fontes de receita do astro, como os seus numerosos acordos de patrocínio ou a possibilidade de comprar uma quota na equipa da Flórida, para onde se mudou a meio de 2023.
O líder da seleção argentina, recente detentor da Chuteira de Ouro e melhor jogador da liga aos 38 anos, tem um acordo que o mantém em Miami até ao final da época 2028. O seu vencimento encabeça a listagem revelada esta terça-feira pela associação de jogadores da MLS (MLSPA).
O sul-coreano Son Heung-Min, figura proeminente do Los Angeles FC (LAFC) desde a época passada, surge em segundo lugar, com US$ 11,2 milhões (R$ 57,4 milhões) anuais. A terceira posição pertence ao médio argentino Rodrigo De Paul, colega de Messi no Inter, com US$ 9,7 milhões (R$ 47,4 milhões).
O mexicano Hirving "Chucky" Lozano ocupa o quarto posto (US$ 9,3 milhões, R$ 45,4 milhões), apesar de estar afastado do plantel do San Diego FC esta temporada, e o paraguaio Miguel Almirón (US$ 7,9 milhões, R$ 38,6 milhões), do Atlanta United, completa o top 5.
Pela primeira vez, o colombiano James Rodríguez figura na lista, com um salário anual de US$ 684 mil (R$ 3,3 milhões), o que o coloca como o nono mais bem pago no Minnesota United. Este valor poderá até reduzir, uma vez que o médio-ofensivo, que chegou à MLS em fevereiro, vai deixar o United a meio da temporada.
Entre os reforços notáveis deste ano destaca-se o avançado mexicano-argentino Germán Berterame, do Inter Miami, que ganha US$ 3,8 milhões (R$ 18,5 milhões), e o alemão Timo Werner, do San Jose Earthquakes, com US$ 4,3 milhões (R$ 23,4 milhões).