Infantino provoca: “Mundial com 64 equipas? Talvez a Itália se qualifique”
Depois do jogo de abertura do Mundial, o presidente da FIFA Gianni Infantino conversou com a CazéTV acerca do futuro do torneio, mencionando a hipótese de ampliar ainda mais o número de participantes de 48 para 64 equipas, embora essa mudança já tenha sido objeto de debate interno.
Infantino sublinhou que é preciso avaliar o desempenho do formato atual antes de tomar uma decisão sobre uma eventual expansão.
“Antes de tudo, temos de observar como vai decorrer este Mundial com 48 equipas. Já é um evento de grande dimensão. Discutimos um Mundial com 64 equipas, com uma participação global ainda maior. Já foi analisado no seio do conselho da FIFA, mas vamos tirar o máximo partido desta edição com 48 equipas”, analisou, antes de enviar uma indireta aos transalpinos: “Talvez a Itália se qualifique com 64 equipas. Quem sabe, até com 208”, atirou.
“Foi uma saída infeliz”
Uma saída infeliz: é esta a análise que se faz na Federação Italiana de Futebol (FIGC), após as declarações de Gianni Infantino.
“Foi uma saída infeliz, uma falta de elegância que feriu o sentimento de toda a comunidade desportiva italiana”, é a reflexão nos meios da Federação Italiana de Futebol, onde o presidente demissionário Gravina se mantém em funções apenas para os atos indispensáveis.
Na vitória e na derrota – concluem as fontes federativas – o futebol ensina valores “a começar pelo respeito”.