Estêvão deixa médicos surpreendidos com novo exame à coxa: 'Já não via qualquer lesão'
"Ele mostrou-me a imagem do exame e afirmou que já não via qualquer lesão. Disse que não compreendia o que se tinha passado, pois, no espaço de tempo decorrido, não deveria estar tão bem estruturado. Acrescentou que nem percebia por que razão os médicos queriam que eu fosse operado", contou durante um culto na igreja que frequenta, em São Paulo, a 31 de maio.
O exame, realizado há cerca de duas semanas, surge na sequência de uma turbulência nos bastidores para definir o tratamento mais adequado. Estêvão sofreu uma rotura de 80% no bíceps femoral durante o jogo do Chelsea contra o Manchester United (1 a 0), para a Premier League, em abril, um contratempo que lhe custou a convocação pelo Brasil para o Mundial de 2026.
Perante o diagnóstico inicial agressivo, tanto o departamento médico do clube inglês como o próprio proprietário da equipa pressionaram fortemente para que o atleta fosse submetido a uma cirurgia de forma imediata.
Apoiado pelo conselho e pelo apoio dos seus familiares num momento de grande pressão externa, Estêvão decidiu recusar a intervenção cirúrgica e adotar um tratamento conservador.
"Sempre digo que é muito importante ter as pessoas que amamos ao nosso lado, porque é muito difícil tomar estas decisões sozinho. Estava sob muita pressão e decidi não fazer a cirurgia. É um procedimento que vai demorar tempo. Deus está no controlo", disse.
Atualmente, o avançado realiza as sessões de transição e já faz corridas leves utilizando as instalações do Centro de Treino do Palmeiras, onde recebeu o aval e os parabéns dos médicos alviverdes pela postura assumida. Ainda assim, o Chelsea ainda não pretende contar com Estêvão para a nova temporada, em agosto.