"Estamos prontos", diz Alisson, guarda-redes do Brasil, antes do duelo contra Marrocos
Alisson, que tem vindo a enfrentar várias lesões repetidas nos últimos tempos, afirmou numa conferência de imprensa no hotel da seleção brasileira, em Nova Jersey, que se encontra a 100% para participar no seu terceiro Mundial.
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Ao responder a uma questão sobre a situação do Brasil, dado que outras seleções como a França e a atual campeã Argentina são consideradas melhor preparadas, o guarda-redes de 33 anos declarou que estar entre os favoritos "não é garantia para ninguém" e apenas aumenta a pressão sobre a equipa.
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"O que realmente importa é a condição em que se chega ao primeiro jogo. Estamos prontos", afirmou, acrescentando que o ambiente tem sido positivo depois dos problemas que o Brasil enfrentou durante as Eliminatórias.
O Brasil classificou-se em quinto lugar, atrás da Argentina, Equador, Colômbia e Uruguai, tendo nomeado o italiano Carlo Ancelotti como treinador antes dos dois últimos jogos, nos quais ganhou um e perdeu outro.
"Este último ciclo foi complicado, sentimo-lo profundamente. Mas tudo começou a melhorar assim que o Ancelotti chegou. Ele tem uma presença muito vincada no grupo e transmite calma para trabalhar", referiu Alisson.
Ancelotti está no comando da Seleção pentacampeã há quase um ano. O primeiro treinador estrangeiro neste cargo, tem apresentado resultados irregulares, mas muitos confiam na sua liderança como essencial para trazer o Mundial de volta ao país após 24 anos.
O primeiro jogo do Brasil será contra Marrocos, no sábado (13), no Estádio MetLife, em Nova Jersey.
Alisson referiu que Ancelotti, de 67 anos, tem prestado especial atenção à melhoria da defesa da equipa, que tem enfrentado dificuldades com frequência.
"Alguns desses golos podiam ter sido evitados. Estamos a trabalhar nisso, porque o Mundial é uma competição curta. Sabemos que vamos ter sempre oportunidades para marcar devido à qualidade da equipa", afirmou.
Questionado se estava entusiasmado por se juntar aos quatro guarda-redes brasileiros que participaram em três ou mais edições do Mundial, ele afirmou que o seu objetivo era integrar outro grupo, o dos campeões.
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