Endrick aposta em sua versatilidade para começar jogando contra a Noruega
O atacante do Real Madrid é uma opção para substituir o lesionado Lucas Paquetá, titular no meio-campo ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães, para o jogo de domingo (5) em East Rutherford, Nova Jersey.
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Sua presença entre os titulares do Brasil exigiria uma mudança na formação com três volantes usada até agora. Ancelotti já indicou que está disposto a mudar o esquema.
"No Lyon, pude ajudar muito o time jogando como centroavante, também atuei aberto pela direita e como falso nove", disse a joia de 19 anos, que jogou no clube francês no primeiro semestre do ano antes de voltar para Madrid.
"O treinador conhece muito bem minhas qualidades, minhas características, passamos um ano juntos no Real Madrid", acrescentou. "Ele sempre me observava e sabia como eu podia ajudar o time", conta.
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Sem nunca ter começado como titular desde o início da Copa do Mundo, Endrick entrou no lugar de Paquetá após o intervalo nas oitavas de final contra o Japão, vitória sofrida da Seleção (2 a 1) na segunda-feira em Houston. Os pentacampeões mundiais jogaram com quatro atacantes e dois meio-campistas. Essa formação pode ser repetida contra a Noruega de Erling Haaland.
Ancelotti "não tem medo, faz o que acha certo e as coisas acontecem. Parece que Deus está olhando por ele, ele é iluminado. Tudo que esse cara faz acaba dando certo. Todos os jogadores seguem o plano do treinador, acho que temos que continuar assim", afirmou Endrick. "Quando o treinador me pedir para fazer alguma coisa, vou fazer", disse ele em entrevista coletiva.
Contra a Noruega, que nunca perdeu para o Brasil (duas vitórias, dois empates), o jovem garantiu que não haverá margem para erro. "Mesmo se estivermos atrás no placar, precisamos fazer o que fizemos no último jogo (contra o Japão): manter a calma e a serenidade, buscar a vitória o tempo todo, porque sabemos que agora é mata-mata, então tem que matar", destacou.