Allegri rejeita cargo na selecção italiana e reforça ligação ao Milan
O técnico de 58 anos juntou se ao Milan no verão passado, equipa que já havia orientado entre 2010 e 2014. Neste momento, os rossoneri estão no terceiro lugar da Serie A, com 63 pontos.
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"A minha trajectória como treinador é clara: mudar de posição com frequência não está no meu estilo. Prefiro actuar num clube que funciona como uma empresa e que deve ser administrado dessa forma", afirmou Allegri em conferência de imprensa antes do jogo com o Verona, referente à 33.ª jornada do Campeonato Italiano.
"Gosto de trabalhar e observar o avanço. Não vamos conquistar a Liga dos Campeões em dois anos, mas é essencial ter essa determinação, pois se não olharmos para o futuro, ficamos ancorados no passado", prosseguiu Allegri, que também comandou a Juventus de 2014 a 2019 e de 2021 a 2024.
"Tivemos várias conversas com o Milan, forneci sugestões para o mercado de transferências e a direcção ocuparse á disso", concluiu, mencionando o dia 12 de julho como data para o reinício dos treinos da formação.
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Allegri e Antonio Conte, actual treinador do Napoli, surgem na comunicação social italiana como principais candidatos para revitalizar uma Azzurra que falhou a qualificação para o Mundial pela terceira vez consecutiva.
Depois da eliminação nos penáltis frente à Bósnia e Herzegovina (1 a 1 no final dos 120 minutos e 4 a 1 nos penáltis) na final do playoff europeu, Gennaro Gattuso, em funções desde junho de 2025, demitiu se, tal como o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina.
Será preciso aguardar mais algumas semanas para saber o nome do novo seleccionador da Nazionale, uma vez que a eleição do novo presidente da FIGC só ocorre a 22 de junho.