Torcida e jogadores da Noruega celebram classificação antecipada na Copa com remada viking
Com o apito final, a catarse tomou conta do gramado e das arquibancadas. Sob o comando do capitão Odegaard, que assumiu a batida do tambor em campo, os jogadores noruegueses se alinharam em perfeita sintonia com a torcida.
Veja como foi Noruega 3 x 2 Senegal
Ao ritmo das batidas, atletas e torcedores realizaram a "remada viking" no mesmo compasso — um movimento sincronizado que fez o estádio pulsar. O grito uníssono celebrou não apenas a vitória, mas a conexão histórica entre o elenco e sua torcida.
A remada viking tornou-se uma das celebrações mais marcantes desta Copa do Mundo e homenageia os antigos navegadores nórdicos, figuras centrais da identidade cultural norueguesa.
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O país não disputava uma Copa do Mundo desde 1998, quando encerrou sua participação no torneio em 15º lugar.
Esta já é a melhor campanha em pontos da história da Noruega em Mundiais. Em 1994, o país escandinavo somou quatro. Já em 1998, a equipe terminou a fase classificatória com cinco.
Cometa Haaland decide
Dentro de campo, o jogo foi um teste de sobrevivência. O Senegal impôs sua força física e velocidade, mas a Noruega tinha a arma letal do futebol mundial. Haaland foi o grande nome da partida, anotando dois gols.
Com o resultado, os Vikings mantêm os 100% de aproveitamento no Grupo I, com 6 pontos em dois jogos, e estão garantidos no mata-mata.
A situação da chave desenha um roteiro cinematográfico para a última rodada. Noruega e França se enfrentam em um duelo estrelado por Haaland e Mbappé, ambos com quatro gols e na briga direta pela artilharia da Copa do Mundo.
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