"Se mandar jogar de lateral, eu vou", diz Raphinha sobre substituir Raphinha no Brasil
Destro, o jogador revelou como funciona a sua "virada de chave" mental e tática para alternar entre o modelo de jogo de Arteta no Arsenal e as exigências da comissão técnica da Seleção.
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Embora prefira atuar no lado esquerdo, Martinelli lembrou que a ala direita não é um território totalmente desconhecido, tendo desempenhado a função na Inglaterra em virtude de ausências de companheiros.
"Eu prefiro, particularmente, jogar na esquerda. Mas, como viram, eu joguei muito assim no Arsenal duas temporadas atrás, quando o Bukayo Saka machucou. Eu faço tranquilamente. Se falar para jogar de lateral-direito, eu falo: 'Beleza, vamos'. A mentalidade é ganhar o jogo e continuar aqui", dissse o atacante.
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A diferença entre Arsenal e Seleção
Questionado sobre as valências de ser um atacante destro atuando pelo lado direito — o que muda a dinâmica tradicional de cortar para dentro —, Martinelli explicou que o sucesso da função depende do encaixe das peças ao seu redor.
"Acho que é muito diferente. Cada time tem um jeito de jogar. Quando eu jogo na ponta direita no Arsenal, é completamente diferente de jogar na ponta direita aqui (da Seleção). Então depende de quem vai estar jogando ao meu lado ali e de qual formação a gente vai usar", analisou.
Além de Martinelli, Ancelotti pode acionar Rayan no setor. O atacante do Bournemouth foi, inclusive, a primeira opção após a lesão de Raphinha contra o Haiti. Outro nome é Luiz Henrique, que já ganhou oportunidade na estreia do time verde e amarelo — o empate com o Marrocos em 1 a 1.