Rafael Nel: "Se quero jogar, se quero estar presente, tenho de trabalhar ao máximo"

Rafael Nel: "Se quero jogar, se quero estar presente, tenho de trabalhar ao máximo"

Estágio no Algarve: "Está a correr bem. Apesar das mudanças do grupo, acho que a malta integrou-se bem no plantel. Está a ser um bom estágio e temos mais dois jogos para disputar."

Evolução pessoal: "No final da época já estava bem integrado no grupo. Não acho que tenha mudado muita coisa. O trabalho continua lá, os objetivos continuam lá".

Conversa com Rui Borges: "Não, apenas vamos falando no dia a dia. Já sinto que faço parte do grupo. Acho que não é necessário ter esse tipo de conversa".

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Sem reforços no ataque: "Sim, acho que me dá um bocado de confiança, mas a única coisa em que eu tenho de me focar é no meu trabalho. E se quero jogar, se quero estar presente, tenho de trabalhar ao máximo."

Luis Suárez de férias e Ioannidis com problemas físicos: "Sim, acabo sempre por ter mais algum espaço, dadas as ausências. Mas não estou focado nisso, estou mais focado no meu trabalho no dia-a-dia e no que posso fazer, nas oportunidades que eu tenho".

Aparecimento de Flávio Gonçalves e Gabriel Silva: "Vejo com bons olhos, acho que é muito bom para a nossa formação, mostra muito do que é o Sporting, do que é a academia no Sporting. Além deles, temos muitos jogadores que podem vir a mostrar-se.

15 jogadores da formação nos 33 chamados a estágio: "Acho que quer dizer muito. Mesmo na equipa B, o ano passado, eu sentia que mais tarde ou mais cedo, muitos acabavam por vir aqui fazer um estágio. Já estive no lugar deles. Estão a aproveitar bem a oportunidade".

Zalazar e Maxi Araújo integrados: "Temos recebido bem os dois jogadores. O Maxi é uma alegria, pois já não o via há muito tempo e esteve muito bem no Mundial. O Rodrigo estamos a conhecer agora. Gosto bastante dele.

Líderes do grupo após saída de Hjulmand: Acho que ainda não é uma coisa definida. Não tenho muito para adiantar sobre isso, não sinto que haja algo definido até agora".

Algum jogador com características de capitão? "Acho que isso vai caber muito à decisão do míster, mas acho que temos muitos jogadores com esse perfil e acho que estamos bem entregues".

Saídas de peso, como Hjulmand e Morita: "Essas saídas acabam sempre por ter algum impacto, mas acho que o Sporting mantém-se o mesmo, com as mesmas ideias, com os mesmos objetivos. Quem vai entrando no Sporting acaba por se adaptar ao clube".

Mensagem de Hjulmand para os jogadores? "Houve aquilo que todos recebemos: uma mensagem de boa sorte e desejo toda a sorte a todo mundo para ele também".

O que é que podem prometer aos sportinguistas? "Prometemos o mesmo trabalho de sempre, todo o empenho e que conseguimos ganhar todos os jogos".

Custou perder o capitão? "Custa sempre um bocado pela pessoa que é, mas os jogadores com este impacto acabam sempre por sentir-se alguma coisa. Mas acho que o próximo que vier vai ter o mesmo impacto ou algo parecido".

Gostava de um dia ser capitão do Sporting? "Acho que essa pergunta é interessante porque nas camadas jovens já fui capitão e um dia gostaria, sim".