Quem conquistaria o Mundial se a batalha ocorresse nas redes sociais?
- África d
- Alemanha
- Arábia Saudita
- Argélia
- Argentina
- Bélgica
- Bósnia e Herzegovina
- Brasil
- Curaçau
- Egito
- Equador
- Espanha
- EUA
- França
- Inglaterra
- Japão
- Jordânia
- Marrocos
- México
- Nova Zelândia
- Países Baixos
- Portugal
- seleções
- Senegal
- Tunísia
- Belgium National Team
- Brasiliense FC Taguatinga
- Ecuador National Team
- England National Team
- France National Team
- Germany National Team
- Morocco National Team
- Netherlands National Team
- Spain National Team
O Instagram destaca se como o principal indicador da fama mundial das equipas e astros do futebol, um espaço virtual onde milhões de adeptos seguem cada sessão de treino, chamada de jogadores ou simples material divulgado pelas associações nacionais.
Veja o calendário do Mundial
A partir desta perspectiva, examinamos as contas de Instagram das 48 equipas participantes da Copa para identificar as mais populares em todo o mundo. Se o campeonato se desenrolasse online em vez de no relvado, o desfecho já estaria definido.
No topo do ranking surge Portugal, que ultrapassa os 21,5 milhões de seguidores. Uma cifra notável, sem dúvida impulsionada pelo impacto de Cristiano Ronaldo, que permanece uma das personalidades desportivas mais influentes do globo.
Em segundo lugar surge o Brasil, com 20,1 milhões. A equipa nacional mantém se como uma força global não só no terreno de jogo, mas também na esfera mediática, sustentada por uma história que cativa gerações de fãs por todo o planeta.
A França ocupa o terceiro posto com 16,7 milhões de seguidores. Os recentes vice campeões mundiais beneficiam de uma fornada de talentos que inclui Mbappé, Dembélé, Camavinga e Tchouaméni, ícones de uma selecção jovem e de alcance internacional.
Ainda assim, a Argentina fica logo fora do pódio, com 14,4 milhões. O fenómeno Lionel Messi continua a fazer estragos também nas plataformas digitais, com a equipa argentina a manter se como uma das mais queridas e acompanhadas do mundo, após a vitória no Qatar.
No quinto lugar, a Inglaterra regista 12,3 milhões de seguidores. Os Three Lions reforçam o poder da marca da Premier League e o atractivo global dos seus jogadores.
Outras potências do futebol surgem a seguir. O México excede os 7,4 milhões de seguidores, seguido de Espanha (7,3 milhões) e Alemanha (7,1 milhões), ao passo que Marrocos demonstra o seu avanço no desporto rei também online com 6,9 milhões de seguidores, motivado pelo fervor dos recentes feitos internacionais.
Mais afastadas estão Holanda (2,8 milhões), Estados Unidos (2,5), Argélia (3 milhões) e Egito (1,5), enquanto equipas como Jordânia, Equador, Bélgica, Arábia Saudita, Senegal e Japão ultrapassam todas o milhão de seguidores.
No extremo oposto da lista, surgem associações com uma presença online ainda modesta: Tunísia (45 mil), Nova Zelândia (47 mil), Bósnia (84 mil), Curaçao (89 mil) e África do Sul (122 mil).
Por sorte, no entanto, o Campeonato do Mundo prosseguirá a ser resolvido no campo e não pelo número de fãs. Mas será curioso ver o crescimento das comunidades digitais das diversas equipas antes, durante e após o torneio mais esperado do mundo. Porque nos dias de hoje, o futebol vive se em noventa minutos... mas narra se ao longo de vinte e quatro horas diárias.
Os seguidores das 48 equipas em competição:
Portugal: 21,5 milhões
Brasil: 20,1 milhões
França: 16,7 milhões
Argentina: 14,4 milhões
Inglaterra: 12,3 milhões
México: 7,4 milhões
Espanha: 7,3 milhões
Alemanha: 7,1 milhões
Marrocos: 6,9 milhões
Colômbia: 5,4 milhões
Turquia: 4,3 milhões
Argélia: 3 milhões
Holanda: 2,8 milhões
EUA: 2,5 milhões
Uruguai: 1,6 milhão
Egito: 1,5 milhão
Arábia Saudita: 1,2 milhão
Senegal: 1,2 milhão
Japão: 1,2 milhão
Jordânia: 1,1 milhão
Equador: 1,1 milhão
Bélgica: 1,1 milhão
Paraguai: 961 mil
Coreia do Sul: 939 mil
Irã: 931 mil
Croácia: 876 mil
Noruega: 593 mil
Escócia: 589 mil
Suécia: 550 mil
Uzbequistão: 528 mil
Iraque: 463 mil
Panamá: 452 mil
Canadá: 432 mil
Austrália: 390 mil
Catar: 390 mil
Suíça: 365 mil
Gana: 303 mil
Costa do Marfim: 293 mil
RD Congo: 272 mil
Haiti: 272 mil
República Tcheca: 246 mil
Áustria: 198 mil
Cabo Verde: 123 mil
África do Sul: 122 mil
Curaçao: 89 mil
Bósnia: 84 mil
Nova Zelândia: 47 mil
Tunísia: 45 mil
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