Pochettino ignora revés diante da Bélgica e foca no duelo com Portugal: Necessitamos progredir
Veja aqui os momentos chave do jogo
Os anfitriões conjuntos do Mundial de 2026 perderam por 5 a 2 num amigável contra a Bélgica em Atlanta e terão outro desafio árduo no mesmo estádio já na próxima terça feira, contra Portugal.
Trata se da apenas quinta ocasião em quarenta anos que os Estados Unidos concederam cinco golos numa partida, mas Pochettino enfatizou que é vantajoso sofrer uma goleada num amistoso antes do Mundial do que durante o torneio, que inicia em junho.
Encaro isto como um teste realista para o grupo, pois é agora que devemos experimentar esta realidade para evoluir. Precisamos de progredir, com certeza, declarou aos repórteres: Trata se só de um jogo. Foi um encontro em que tudo conspirou contra nós. Estou frustrado com o placar, mas avaliando a performance, não se pode dizer que os atletas não se dedicaram.
O treinador da seleção norte americana admitiu que será complicado persuadir os torcedores de que há pontos positivos na derrota, mas complementou: Às vezes, experimentar o sofrimento traz benefícios.
Estou convicto de que existiram vários pontos positivos e com placares assim, é preferível que ocorra neste momento.
A equipa dos Estados Unidos entrou em campo sem o zagueiro titular Chris Richards e o volante Tyler Adams, ambos afastados por lesões, o que impactou na redução de intensidade em algumas fases.
Ainda nos faltou garra, prosseguiu Pochettino: Contudo, quando equiparávamos o ritmo da Bélgica, jogávamos no mesmo patamar ou superior. A dificuldade residiu em sustentar essa garra.
Os americanos criaram chances e, especialmente, sobressaiu um erro claro do capitão Christian Pulisic na cara do gol. Após driblar com elegância, ele chutou para fora quando o golo parecia certo.
A Bélgica reagiu logo e assumiu a liderança por 2 a 1, após os Estados Unidos terem aberto o marcador.
É desencorajador para mim, venho de um período difícil. Mas mantenho a confiança na minha forma de jogar, comentou Pulisic.
Ele deve ser uma peça fundamental na equipa dos Estados Unidos, cujo Mundial arranca a 12 de junho contra o Paraguai, em Los Angeles.
Estou gerando lances de perigo. Por isso, basta preservar uma mentalidade otimista e prosseguir, concluiu.
Os Estados Unidos são coanfitriões do Mundial, realizado de 11 de junho a 19 de julho, ao lado do Canadá e do México.