Participação de James Rodríguez na Copa fica incerta com só quatro jogos em 2026
James Rodríguez destaca se como um dos futebolistas mais relevantes da Colômbia nos tempos recentes. Alcançou o que raros colombianos lograram: brilhar no Real Madrid e no Bayern de Munique. No entanto, nas épocas mais recentes, não logrou estabilidade nos emblemas por onde transitou.
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No Rayo, partiu no início do ano, pela saída traseira, quase sem exploração pelo treinador Iñigo Pérez. Seguidamente rumou ao México, onde pretendia ser figura principal no León. A formação não logrou contender o cetro e James terminou sob fogo de críticas da comunicação mexicana e de sector da assistência.
Instabilidade, o principal obstáculo
Desde a chegada à MLS, James Rodríguez disputou meras duas partidas (em ambas a entrar da bancada). Ainda não teve oportunidade de alinhar como inicial pela equipa norte americana.
Pela formação colombiana, em contexto distinto, foi titular e líder nos jogos de preparação frente à Croácia e à França, encontros que, para além do mais, acabaram em tropeços acentuados e nos quais Rodríguez não evidenciou boa condição atlética.
Ao longo de todo o ano de 2026, James só pisou o relvado em dois encontros. Desde novembro, aquando do fim do contrato com o León, dedicou se a definir o porvir, rejeitando ofertas de emblemas colombianos para prosseguir fora.
A escolha de rumar à MLS, até agora, não surtiu efeito. O grande entrave é a instabilidade: com apenas dois jogos em seis meses, torna se bem árduo para o antigo do Real Madrid arribar em forma física óptima para o Mundial de 2026.