"O meu melhor título": Marquinhos considera abraço a Gabriel Magalhães na Champions a sua maior vitória

"O meu melhor título": Marquinhos considera abraço a Gabriel Magalhães na Champions a sua maior vitória

"Disse-lhe (ao Gabriel Magalhães) que aquela tinha sido a minha maior vitória naquela noite, que a repercussão foi boa, a minha mãe ficou orgulhosa do que fiz, a minha esposa, a família, os irmãos. Foi o melhor título que tive naquela noite", afirmou Marquinhos, logo na primeira conferência de imprensa da Seleção Brasileira em Nova Jersey, no hotel The Ridge.

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Ao ver a dor do colega de Seleção, passou um filme na cabeça de Marquinhos: o do Mundial de 2022, quando ele próprio viveu o drama de falhar um penálti decisivo contra a Croácia, nos quartos de final.

No final das contas, Marquinhos provou ser o tipo de líder que lidera pelo exemplo.

"Já estava pronto para celebrar, mas quando dou os primeiros passos a correr, tenho essa imagem do Gabi de frente para mim, é a mesma imagem que tenho quando falhei também no Mundial de 2022. E nesse momento, virei-me a pensar um pouco no meu colega, a ter um pouco de empatia por ele naquele momento", recordou.

"Vivemos o mesmo momento, não sei a dimensão para ele, mas para mim foi difícil. Tal como eu gostaria de ter recebido um abraço naquele momento, simplesmente deixei minutos da celebração para ir dar um abraço e dizer duas ou três palavras para ele", acrescentou o defesa.

Marquinhos chega ao seu terceiro Mundial preparado para fazer história. Inspirado por capitães icónicos da Seleção Brasileira, o defesa já deu demonstrações claras da sua importância, tanto para a sua própria geração como para os jovens que estão a chegar à equipa verde e amarela.

"Ser capitão da Seleção num Mundial, a gente vê todos os capitães lendários que passaram por esse momento (...) Fico muito honrado, muito feliz. Ser capitão não é só ter aquela braçadeira no braço e jogar à bola. Ser capitão é muito mais, vem primeiro da pessoa e do que se pode acrescentar ao grupo e aos colegas".

"Não é só o momento das quatro linhas. Neste momento de 2026 em comparação com o de 2022, sinto-me muito mais preparado. Com a experiência destes quatro anos loucos que tive depois de 2022, trago muita bagagem e experiência para dar à seleção brasileira", concluiu o defesa.

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