Número do jogo: 1 minuto e 45 segundos entre o empate suíço e a expulsão de Embolo
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A Argentina havia saído na frente ainda no primeiro tempo, com um golo de cabeça de MacAllister, mas viu a Suíça crescer na segunda parte. Quando o relógio marcava 66min54s, Ndoye deixou tudo igual, coroando o momento de maior pressão dos suíços.
A reviravolta do guião surgiu após 1 minuto e 45 segundos, quando Breel Embolo simulou uma falta numa disputa com Leandro Paredes no meio-campo. O árbitro João Pinheiro chegou a advertir o argentino com cartão amarelo, mas foi chamado pelo VAR.
Após analisar o vídeo, o juiz retirou a punição de Paredes, aplicou o amarelo ao avançado suíço por simulação e, como ele já havia sido advertido anteriormente, mostrou o cartão vermelho.
A confirmação da expulsão aconteceu cerca de cinco minutos após o empate suíço, tempo necessário para a revisão do VAR. O lance que deu origem ao vermelho, porém, ocorreu apenas 1 minuto e 45 segundos depois do golo de Ndoye.
Foi nesse curto intervalo que a Suíça passou do auge da pressão à expulsão infantil de Embolo, quando parecia mais perto da reviravolta do que de sofrer um novo golo.
Com a superioridade numérica, a Argentina não sofreu mais a pressão suíça. No prolongamento, Julián Álvarez marcou um golaço de fora da área e Lautaro Martínez fechou a conta, garantindo a passagem para a meia-final.
Agora, os argentinos terão pela frente a Inglaterra, 40 anos após o emblemático duelo de 1986, que ficou marcado pelo golo da Mão de Deus, de Diego Maradona.