"Não viemos para promover nada", recorda Deschamps antes do França Brasil
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Importância da partida: "Existe um fim desportivo pois temos duas partidas. Antes de cada torneio surgem estes jogos em março nos quais o aspeto promocional domina bastante. Precisamos de nos ajustar. Estamos presentes para esta partida e a de domingo. Vamos partilhar o tempo em campo agora que é o momento ideal especialmente com estas duas partidas seguidas. O fim é observar o maior número de atletas possível a jogar".
O que o atrai no Brasil: "Claramente enfrentar o Brasil é algo único. Já lá vão mais de dez anos desde o último embate com eles na viagem pelo Uruguai e Argentina e atualmente é bem mais difícil organizar amigáveis com todos os campeonatos. A França e o Brasil são duas seleções que ecoam em todos representam a história do futebol. Trata se de um amigável mas é uma partida de prestígio".
Emprego de Mbappé: "Pode ser de início pode não disputar o jogo inteiro pode entrar do banco... Ele e os restantes 24 elementos vão dividir o tempo pelas duas partidas. Todos os dados sobre condição atlética e forma física auxiliarão na escolha. Permitir seis mudanças facilitará. O fim é vencer mas sem arriscar com os atletas. Já participaram em jogos decisivos antes e terão mais depois nomeadamente os que avançaram aos quartos da Liga dos Campeões e lutam por troféus domésticos".
Defrontar o Brasil dois meses antes do Mundial: "Todo o jogo traz lições. Enfrentar uma nação menos renomada também forneceria dados. Não estamos aqui para promover. Isso integra a rotina tal como os deveres com a comunicação social. Haverá uma realidade no relvado que valerá no momento o que nos proporcionará algumas reflexões. Serão elementos valiosos para mim e para o grupo".
Vai alinhar com quatro atacantes: "Sim enquanto dispuser de tantos elementos ofensivos não abdicarei disso. Há igualmente alguns no suplente que podem surgir mais adiante. Do mesmo modo existem jogadores não chamados mas que poderiam estar. Se detivermos a bola não há issue. O fim é possuir a posse máxima para ameaçar os oponentes".
A posição do Bola de Ouro Dembélé: "Ainda que no PSG inicie como ponta de lança também atua no meio na esquerda na direita mais atrás... Tal como a maioria dos atacantes desfruta de liberdade. O essencial é que as áreas fiquem cobertas ao perder a bola. Pode ocupar todas as vagas ofensivas. No PSG frequentemente joga noutro posto. Essa variação de localização durante o tempo pode perturbar os rivais".
Última prova pela França: "O que ocorreu ocorreu. O relevante é o presente e o futuro. Não penso em mim nem em uma despedida digna. Como em todos os torneios desejo apenas progredir o mais longe possível. Não sou saudosista. Nunca reflito 'Ah foi a derradeira...'. Ainda que por vezes sinta e tenha alguma emoção. O crucial é o Mundial e elevar a seleção francesa ao topo. Será bastante árduo pelo formato com mais participantes e pelo nosso grupo complicado".