Mundial-2026: Néstor Lorenzo (Colômbia) destaca Messi e pede máxima atenção frente à RD Congo
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Com o bis que apontou esta segunda-feira à seleção da Áustria, o lendário futebolista argentino chegou aos 18 golos em seis Mundiais, a dois dias de completar 39 anos.
"Não me surpreende. Enquanto Messi entrar num campo, é um dos melhores do mundo ou o melhor", afirmou Lorenzo, que integrou a equipa técnica da seleção argentina na Alemanha-2006, o primeiro grande Mundial na carreira de Messi.
No que diz respeito à elevada média de golos por jogo que se tem registado neste Mundial, Néstor atribuiu-a ao facto de haver "muita qualidade técnica".
A pensar no jogo de terça-feira da Colômbia frente à República Democrática do Congo em Guadalajara, o selecionador reconheceu que se trata de um "adversário muito forte" porque conta com jogadores que "competem na elite europeia".
"Temos de abrir caminhos"
O técnico sul-americano referiu que, neste duelo do Grupo K, a Colômbia precisa de criatividade para impor-se a uns Leopardos que jogam com um bloco tático sólido.
"Temos de abrir caminhos, encontrar espaços entre linhas, ocupar o espaço que um jogador deixa ao perseguir para conseguir entrar nas zonas de remate, de finalização das jogadas", explicou o selecionador, que negou sentir preocupação com o jogo aéreo do próximo adversário.
Lorenzo espera ainda que o estádio de Guadalajara apareça pintado de amarelo como aconteceu na estreia frente ao Uzbequistão no estádio Azteca, e evitar que esse impulso anímico se torne contraproducente.
"A emoção não nos pode trair", exigiu Néstor Lorenzo. "A paixão dos adeptos tem de ser uma energia em nós, mas temos de jogar com a cabeça fria e o coração quente", concluiu.