Mundial-2026: Gabriel Magalhães tenta levar força da bola parada do Arsenal para o Brasil
Acompanhe aqui as incidências e o relato do encontro
Na véspera do Brasil-Haiti, Gabriel falou sobre a importância das bolas paradas, que podem decidir jogos. Esta foi uma das principais armas do Arsenal, clube do jogador, nesta temporada. "No clube trabalhamos muito todos os dias e, quando chegamos à canarinha, não temos o mesmo tempo para treinar. Estou a tentar ajudar os meus companheiros, assim como eles fazem comigo, para que possamos ser mais eficientes nas bolas paradas".
"As bolas paradas podem mudar uma partida. Tento partilhar com os meus companheiros algumas das coisas que fazemos no clube. Lá trabalhamos isso todos os dias. Já na Seleção, encontramo-nos com os melhores jogadores e é preciso haver uma adaptação o mais rápido possível. É preciso entender o que é pedido a cada um, mas isso exige trabalho e tempo".
O jogador do Arsenal demonstra confiança: "Sabemos o que precisamos de fazer em campo. Temos consciência de que não fizemos uma boa estreia, mas o que podem esperar de nós amanhã é muito empenho e dedicação. Vamos fazer de tudo para conquistar a vitória".
Gabriel falou também sobre a vitoriosa temporada com o Arsenal, ajudando a equipa a reconquistar uma Premier League. "Não tenho do que me queixar. Vivi uma temporada muito positiva com o Arsenal, onde conseguimos conquistar o campeonato ao fim de 22 anos. Estou muito feliz por esse resultado".
O jogador lembrou o penálti falhado na final da Liga dos Campeões, contra o PSG, em Budapeste: "Só quem vai para a marca de grande penalidade e bate pode entender aquele momento e lidar com as consequências. Mas estou feliz e orgulhoso por estar aqui com a seleção", garante.
Após desperdiçar a cobrança na final da Champions, Gabriel foi logo consolado por Marquinhos, o seu companheiro de seleção, que deixou a comemoração de lado para lhe dar um abraço.
"A primeira coisa que ele fez não foi comemorar, mas sim vir abraçar-me. Posso dizer que ele me deu um apoio enorme. Estou com ele na Seleção há dois ou três anos e aprendo algo com ele todos os dias. Sou um grande admirador dele, tanto como pessoa quanto como jogador. E o carinho e o respeito que sinto por ele aumentaram ainda mais depois da final da Liga dos Campeões", revelou.