Mundial-2026: Fabián Ruiz é o talismã de Espanha
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Desde que se estreou em 2019, o sevilhano de Los Palacios y Villafranca, conterrâneo do histórico Jesús Navas e do seu atual colega Gavi, soma todos os seus jogos como internacional por vitórias ou empates.
Conta atualmente 46 jogos, depois de ter jogado os minutos finais da vitória Espanha contra a Áustria, e venceu 31 e empatou 15. Uma sequência extraordinária e rara de ver.
É verdade que sofreu duas grandes desilusões com La Roja. Uma foi no Mundial do Catar, em que os penáltis permitiram a Marrocos seguir em frente; a outra, também decidida na maldita marca dos 11 metros, foi na última final da Liga das Nações, com Portugal a erguer o troféu após vencer.
No entanto, esses jogos, para efeitos oficiais de estatísticas, não contam como derrotas, mas sim como empates, pelo que Fabián Ruiz continua invicto no seu registo de resultados.
Aguardando a sua melhor versão
Apesar de os holofotes do último Euro terem estado em Lamine Yamal e Nico Williams, outro dos fatores-chave daquela Espanha campeã da Europa foi o contributo de Fabián. Contudo, apesar de ter recuperado a tempo de uma lesão no joelho para disputar, e vencer, a Liga dos Campeões pelo PSG, ainda não se viu o melhor Fabián neste Mundial.
Na verdade, foi titular no jogo inaugural, o dececionante 0-0 frente a Cabo Verde. Nos outros três encontros entrou sempre como suplente. Jogou 20 minutos contra a Arábia Saudita, 30 frente ao Uruguai e apenas um diante da Áustria.
Com Rodri e Pedri como indiscutíveis, com o bom momento de Dani Olmo e a evolução de Mikel Merino, seria uma surpresa, embora não impossível, que começasse no onze inicial. Mas De la Fuente sempre confiou nele e, se adiantar Olmo no terreno...