Matheus Cunha revela provocação do Japão: "Para falar do Brasil, lembre-se das cinco estrelas"
Recorde as incidências da partida
Na zona mista, o avançado brasileiro não fugiu do assunto. Ao explicar o contexto da confusão, Matheus Cunha revelou que o clima quente foi uma resposta a comentários feitos pelos adversários durante a partida.
"Foi (provocação deles). Teve algumas falas assim... até estranho vindo dos japoneses, tratando com desdém algumas coisas que são tão simples, que nós tratamos com tanto respeito. É tão bonito ver onde o Japão está a chegar com este futebol", desabafou o avançado brasileiro.
O episódio que gerou a reação do camisola 9 chegou justamente quando o Brasil procurou a reação nos minutos finais, selando a reviravolta com o golo de Gabriel Martinelli nos descontos.
"A única coisa que eu falei para ele foi: 'cara, para falar do Brasil, você tem que lembrar que temos cinco estrelas, o quão grande é essa camisola e o quanto nós representamos'. Não é sobre a gente, é sobre todo mundo que está por trás, que tanto torce, que se sente privilegiado de ver a gente chegar lá e usar essa camisola. Então, acho que foi muito mais sobre o que ela representava do que exatamente por mim. Mas, sem problemas. Depois eles conversaram e está tudo certo", minimizou Matheus Cunha.
Olho no próximo adversário: "50/50"
Com a vaga carimbada entre as 16 melhores seleções do planeta, o Brasil agora aguarda a definição do seu adversário nos oitavos de final. O oponente sairá do confronto entre Noruega e Costa do Marfim.
Questionado sobre a preferência por um rival europeu ou africano na próxima fase, Matheus Cunha adotou um tom cauteloso, recusando qualquer favoritismo do Brasil.
"Para mim, este confronto é 50/50. Venha quem vier, sempre será difícil", projetou o camisola 9.
O Brasil voltará a entrar em campo nos oitavos de final do Mundial-2026 no próximo domingo, às 22:00, no MetLife Stadium, em Nova Jérsia.