Luiz Henrique incentiva o Brasil a converter a pressão do Mundial em motivação

Luiz Henrique incentiva o Brasil a converter a pressão do Mundial em motivação

O extremo, que joga no Zenit da Rússia, era apenas um bebé quando o Brasil, pentacampeão mundial, ganhou o seu último troféu do campeonato do mundo em 2002.

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É uma das principais apostas ofensivas do treinador Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México, enquanto o Brasil enfrenta várias lesões.

"A pressão é sempre algo positivo. No futebol, e especialmente na Seleção, a pressão está sempre presente. Precisamos transformar essa pressão em motivação," declarou Luiz Henrique, de 25 anos, em entrevista à AFP, diretamente de São Petersburgo.

Ele expressou que "sente muito" pelas lesões do defesa central Eder Militão e do avançado Estêvão, ambos afastados por problemas musculares, e também por Rodrygo, que teve uma lesão grave no joelho.

"Vou aguardar a decisão do Ancelotti para saber se ele me convoca," disse. "Quero jogar, estar entre os titulares, e, se ele me escolher, vou fazer exatamente o que sempre fiz: dar o meu máximo."

O treinador italiano experiente, contratado em maio do ano passado, prometeu colocar o Brasil de novo no topo.

Henrique afirmou que é uma honra trabalhar com "alguém que vence há tanto tempo."

"Ele ajuda o jogador a progredir e transmite calma ao grupo, permitindo que mostremos o nosso melhor futebol," acrescentou.

Espera-se que Ancelotti anuncie a lista final para o Mundial a 18 de maio.

Henrique disse que "adoraria jogar com o Neymar", que não joga pela Seleção desde 2023 devido a uma lesão grave no joelho, mas ainda espera ser convocado este ano.