Liga dos Campeões: Kompany afirma que não existe fórmula mágica para enfrentar o PSG
Acompanhe aqui as incidências e o relato do encontro
Castigado: "Vou estar sentado em algum lugar no estádio. Não sei onde me calhará ficar. Não tenho noção de como tudo vai decorrer. Não estou contente com esta situação, mas agora temos de encontrar a solução como equipa. Já fui treinador-jogador no passado, por isso sei o que é não estar no banco".
Como defender frente ao PSG?: "E o que fazemos então com os nossos avançados? São duas equipas com muita criatividade. Não há segredos nem varinhas mágicas. Tudo depende da energia, dos pequenos pormenores. Defrontamo-nos pela quarta vez, por isso temos experiência, e eles também".
Ausências: "É pena acontecer nesta altura, mas não é assim tão grave. Temos o plantel necessário para enfrentar o PSG".
Luis Enrique: "A sua equipa transmite uma mensagem clara. Não me surpreendeu ver o seu PSG levantar a Liga dos Campeões. Dou-lhe os parabéns. O desafio vai ser enorme".
PSG: "Não existe uma solução milagrosa para jogar contra eles. A nossa vantagem é a experiência. Eles têm o mesmo problema que nós. Temos as nossas ideias para pressionar o adversário. A qualidade deles impõe respeito. Nós também a temos, por isso é um jogo difícil de prever. Se há uma equipa capaz de lhes criar dificuldades, somos nós".
Final antecipada?: "Não, ainda restam quatro equipas e todas têm direito a sonhar, a acreditar que podem levantar o troféu. Mas é verdade que partilhamos as mesmas ambições que o PSG. Sente-se como se estivesse a formar-se uma tempestade".
Evolução de Olise: "É a sua primeira meia-final da Liga dos Campeões. Só compete ao mais alto nível há dois anos, ainda pode evoluir. Vejo-o sobretudo nos treinos. Espero que esteja à altura. Tem uma obsessão pelo detalhe. Tal como o Kevin De Bruyne, vejo-o todos os dias, é muito profissional. O seu trabalho defensivo é notável. Tem uma mentalidade exemplar".
Kane: "É capaz de marcar de qualquer posição, em qualquer circunstância".
O aspeto defensivo da meia-final: "Não sei, vai depender da abordagem do adversário. Mas vamos perceber isso muito em breve. Ficaria surpreendido se fosse um jogo totalmente fechado".
As estatísticas ofensivas do Bayern: "O que conta é a força coletiva. O mais importante é conquistar os títulos no fim".