Laporta revela que o Barcelona rejeitou proposta de 250 milhões de euros do PSG por Yamal

Laporta revela que o Barcelona rejeitou proposta de 250 milhões de euros do PSG por Yamal

Joan Laporta, antigo presidente do Barcelona, declarou que o clube catalão declinou uma proposta de € 250 milhões (aproximadamente 1,5 mil milhões de reais na taxa cambial atual) do Paris Saint-Germain para contratar o jovem talento espanhol Lamine Yamal, quando este contava apenas 17 anos, conforme notícias da imprensa espanhola reveladas esta segunda-feira (23).

"Quando o PSG nos propôs € 250 milhões por Lamine Yamal e nós recusámos, ele tinha 17 anos. Algumas pessoas pensaram que estávamos loucos", afirmou Laporta numa intervenção pública para assinalar o lançamento do seu livro, que dá início à sua campanha para a reeleição.

Em Novembro de 2024, Enric Masip, consultor de Laporta, já tinha referido essa proposta do PSG à imprensa espanhola, antes de o emblema francês a negar ao jornal L'Équipe.

Laporta, com 63 anos, liderava o clube catalão desde 2021, depois de um primeiro mandato entre 2003 e 2010.

No entanto, ele demitiu-se no início de Fevereiro para se candidatar à reeleição a 15 de Março. É visto como o principal favorito nestes comícios.

Lamine Yamal, de 18 anos, actua no Barcelona desde os escalões de formação. Tem vínculo contratual com o clube até 2031.

O PSG e o Barcelona forjaram uma rivalidade peculiar na Europa desde a aquisição do PSG pelo fundo Qatar Sports Investments em 2011, com vários embates, movimentações de jogadores e relações conflituosas.

Ademais, o conjunto parisiense adquiriu as duas maiores estrelas do Barcelona, Neymar em 2017 e Lionel Messi em 2021, forçando os catalães a despenderem somas elevadas para tentar suprir essas perdas.

Ousmane Dembélé também abandonou a formação espanhola, para deleite do PSG, onde venceu a Liga dos Campeões e conquistou a Bola de Ouro em 2025.

E na janela de transferências de Inverno do mês passado, o PSG contratou novamente um prodígio do Barcelona, desta feita o jovem Dro Fernández.

"A situação foi incómoda", confessou Laporta na ocasião.