"Felizmente não há fotos": Dan Burn calça botas de cowboy enquanto Inglaterra descontrai no Mundial
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Os jogadores tiveram folga na sexta-feira e Dan Burn recebeu autorização para ir a um concerto de Ella Langley, perto da base de treinos em Kansas City, acompanhado pelo capitão Harry Kane.
"Ontem tivemos um dia para amigos e família, por isso a minha mulher veio de Dallas e pude passar o dia com ela e, depois, à noite, a Ella Langley atuou", contou aos jornalistas no sábado.
"Gosto de música country, por isso levei chapéu e botas de cowboy também, por isso felizmente não há fotos a circular. Ontem fui comprar umas (botas). Fiquei todo equipado e pensei: 'Se é para fazer, que seja a sério'. Diverti-me porque a Ella Langley é uma artista country incrível, por isso foi bom podermos fazer estas coisas e agora hoje o foco volta ao futebol", explicou.
O gigante defesa do Newcastle disse que os jogadores tiveram de sair do local mais cedo para não infringirem as regras da equipa.
"Perdemos as três últimas músicas porque tínhamos de voltar antes do recolher obrigatório, o que me deixou um pouco desiludido. Eram as nossas três preferidas", brincou.
Bukayo Saka não participou no treino de grupo no sábado, já que Inglaterra intensificou a preparação para o duelo do Mundial da próxima semana, com o Gana.
Saka, que saiu do banco na vitória inaugural de 4-2 frente à Croácia na quarta-feira, treinava à parte enquanto continua a gerir uma lesão no tendão de Aquiles que o incomodou no final da época de clubes.
Não há preocupações quanto à condição física do extremo do Arsenal para o jogo de terça-feira em Boston e Tuchel espera que esteja pronto para ser titular no último jogo do grupo frente ao Panamá, no próximo sábado.
Dan Burn referiu que era importante Kane e Jude Bellingham começarem em grande, com ambos a marcarem frente à Croácia em Arlington, Texas.
"São líderes do grupo, jogam em grandes clubes e estão no auge das suas carreiras", afirmou.
"Acho que para qualquer equipa que tem jogadores de classe mundial, é fundamental mantê-los em forma, motivados e a marcar golos. É preciso um pouco de sorte para chegar às fases finais do torneio, mas penso que para o Harry marcar os golos que marcou e o Jude também, achei que esteve em todo o relvado. Sinto mesmo que o Jude é daqueles jogadores em que se sente quando está inspirado e, por vezes, é ele que dita o ritmo", acrescentou o central de 34 anos.
"Se ele entra com tudo num lance logo aos três minutos, isso transmite-te logo aquela energia de 'Uau, o Jude está mesmo em grande hoje'", concluiu.