Ex selecionador eslovaco Calzona ambiciona voltar ao futebol de clubes

Ex selecionador eslovaco Calzona ambiciona voltar ao futebol de clubes

O treinador com 57 anos trabalhou como adjunto no Nápoles ao lado de Maurizio Sarri Eusebio di Francesco e Luciano Spalletti. Assumiu a liderança da seleção da Eslováquia em 2022 permanecendo no cargo até ao fim de março sem conseguir um acordo com os responsáveis da federação para estender o vínculo. De fevereiro a junho de 2024 exerceu simultaneamente o papel de selecionador nacional e de treinador interino principal no Nápoles.

O futebol internacional oferece muito mas também requer um esforço intenso. Os jogos ocorrem de três em três meses e quando a equipa se reúne por fim resta pouco tempo para treinar e desenvolver uma identidade própria. Com jogadores dispersos por diversas ligas era difícil reuni los. No futebol de clubes tudo muda estamos sempre no campo e é isso que a maioria de nós nesta área verdadeiramente deseja declarou à Sky Sport Italia.

Calzona indicou que pretende retornar ao futebol de clubes e neste momento avalia as possibilidades disponíveis. A Itália surge como a escolha principal embora não descarte outra aventura no estrangeiro. A experiência na Eslováquia foi excelente. A Serie A é desafiadora em termos táticos pois os treinadores são altamente qualificados e abundam técnicos competentes acrescentou.

Gosto de um estilo de jogo que anime o público. Quero sentir que posso superar qualquer oponente. Na Eslováquia procurei aplicar essa abordagem e em certa medida logrei sucesso. Se analisar os meus quase quatro anos por lá fico bastante contente com os resultados obtidos admitiu.

A Itália falhou a qualificação para o Mundial pela terceira vez seguida sendo afastada nos play offs o que resultou na demissão do selecionador e do presidente da federação. Não acho que haja excesso de jogadores estrangeiros em Itália nem que haja falta de talentos nacionais. É essencial ter mais ousadia para investir nos jovens pois olhando para os desempenhos os clubes formadores têm mostrado bons resultados. Faz se preciso de paciência e permitir que errem. No essencial é uma questão de coragem enfatizou.