Cruzeiro já sofreu quase dois terços dos golos de 2025 e regressa à pior defesa da Série A
O Cruzeiro apresenta uma impressionante média de 2 golos sofridos por encontro (20 golos em 10 jogos). Não é por acaso que surge como o conjunto com a defesa mais fraca da prova, com um golo extra em relação ao Botafogo (19), que ocupa o segundo lugar mais negativo nesse aspeto.
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Além da derrota pesada frente ao São Paulo, o Cruzeiro cedeu três ou mais golos em mais dois jogos: os 4 a 0 sofridos pelo Botafogo, no Nilton Santos, e o empate a 3-3 com o Vasco da Gama, no Mineirão.
Em dez partidas, a Raposa apenas evitou sofrer golos em duas ocasiões: no nulo frente ao Santos, no Mineirão, e na vitória por 3-0 sobre o Vitória, também na capital mineira.
Para se avaliar o colapso defensivo do Cruzeiro, a equipa já concedeu em meros dez jogos quase dois terços de todos os golos sofridos em toda a edição de 2025 do Brasileirão. A Raposa terminou a anterior com apenas 31 golos sofridos em 38 rondas (média de 0,81 por jogo).
A realidade também se reflete nos números totais da época, onde o Cruzeiro regista mais golos sofridos do que marcados (30 contra 28 em 21 jogos — 1,42 golos sofridos por partida).
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Diante deste panorama preocupante, o Cruzeiro procura corrigir a rota para o próximo obstáculo da temporada: o regresso à Taça Libertadores. Esta terça-feira (7), a formação mineira defronta o Barcelona, em Guayaquil, às 21h (de Brasília), na 1.ª jornada do Grupo D da competição continental. Bicampeã da Libertadores, a Raposa não participava desde 2019.