Barcelona queixa-se à UEFA por alegado penálti na derrota contra o Atlético de Madrid
A controvérsia centra-se num lance no início da segunda parte, em que o Barcelona reclamou penálti depois de o guarda-redes do Atlético, Juan Musso, aparentemente ter recolocado a bola em jogo num pontapé de remate, antes de o defesa Marc Pubill a tocar com a mão dentro da área pequena para recuperar a posse.
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O árbitro Istvan Kovacs deu continuidade ao jogo e a equipa do VAR não o convidou a rever o lance no ecrã, o que provocou indignação no banco do Barcelona.
"O Barcelona informa que o departamento jurídico do clube apresentou hoje uma queixa à UEFA relativa aos incidentes no jogo da primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões contra o Atlético de Madrid", afirmou o clube num comunicado oficial esta quinta-feira.
"A queixa refere-se a uma ação concreta. Aos 54 minutos do encontro, após a bola ter sido devidamente recolocada em jogo, um jogador adversário apanhou a bola com as mãos dentro da área sem que fosse assinalada a grande penalidade", prosseguiu.
"O Barcelona considera que essa decisão, aliada à grave falha do VAR, constitui um erro grave. Nesse sentido, o clube pediu a instauração de um inquérito, o acesso às comunicações da arbitragem e, se aplicável, o reconhecimento oficial dos erros e a aplicação das medidas adequadas."
As decisões sobre lances idênticos têm sido inconsistentes. Nos quartos de final da Liga dos Campeões em abril de 2024, o árbitro recusou penálti ao Bayern de Munique após o defesa do Arsenal, Gabriel Magalhães, tocar na bola na sequência de uma reposição supostamente incorreta do guarda-redes David Raya.
Mais adiante em 2024, o VAR interveio para conceder penálti ao Club Brugge num episódio similar com o guarda-redes do Aston Villa, Emiliano Martinez, e o defesa Tyrone Mings.