Apuramento para o Mundial de 2026: Dzeko antevê Itália a passar grandes dificuldades frente à Bósnia
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"A Itália não nos vai desvalorizar, porém já não conta com nomes como Totti ou Del Piero. Possui talento, mas de uma forma distinta da Itália das épocas passadas", declarou o avançado de 40 anos numa coletiva de imprensa.
"Temos de exibir o nosso potencial, atuamos no nosso território, com o suporte dos nossos apoiantes (...) A Itália arrisca sofrer bastante diante de nós", opinou Dzeko, que bisou contra o País de Gales na passada sexta feira (1 1 após prolongamento, 4 2 nos penáltis) o seu 73.º golo em 147 partidas pela seleção.
O ex jogador da Roma, Inter e Fiorentina, que qualificou a Itália como "o seu país de adoção", abordou a controvérsia provocada pela atitude dos futebolistas italianos, liderados pelo seu ex companheiro Federico Dimarco, que aparentaram contentamento por apanhar a Bósnia em vez do País de Gales.
"O Dimarco contactou me para afirmar que não pretendeu desrespeitar nos. Eu respondi que não se passava nada. Foi uma reação compreensível, eu mesmo ficaria contente por evitar um duelo com a Itália, mas nos dias de hoje, com as plataformas digitais, tudo se amplifica", complementou o dianteiro do Schalke 04, clube da segunda liga alemã.
"No entanto, o que isso revela é que os italianos receavam medir forças com os galeses. E se a Itália, potência futebolística de peso, com os seus quatro troféus mundiais, receia defrontar o País de Gales, há algo de errado", notou.
A seu turno, o treinador da Bósnia Sergej Barbarez assegurou que os seus atletas "não precisam de recear a Itália", que falhou as duas últimas fases finais do Mundial.
"Caso estejamos por cima, iremos defender com firmeza à frente da nossa rede. Se formos inferiores, procuraremos empatar", alertou.
A Bósnia só competiu num Mundial, em 2014.