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Tagliafico avisa sobre a complacência da Argentina contra Mauritânia e Zâmbia

Tagliafico avisa sobre a complacência da Argentina contra Mauritânia e Zâmbia

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A Argentina vai enfrentar a Mauritânia num amigável na sexta feira e depois a Zâmbia a 31 de março, dois encontros no Bombonera, em Buenos Aires, que podem permitir a Tagliafico, com 33 anos e 74 jogos pela seleção, igualar o registo de Juan Pablo Sorín com 75 e tornar se o defesa esquerdo com mais internacionalizações na história da seleção tricampeã mundial.

A Argentina vai defender o título com o núcleo dos vencedores de 2022 e um grupo de jovens talentosos. Qual o estado atual da equipa?

Acho que existe uma combinação de jogadores jovens, talvez com menos experiência, mas cheios de entusiasmo e com grande vontade de representar a seleção. Sinto uma boa perspetiva sobre esta equipa, apesar de por vezes parecer que perde ânimo. No entanto, em torneios como este, o grupo volta a mostrar o seu melhor e a recuperar a motivação.

A equipa pode relaxar um pouco, como costuma acontecer em jogos sem stakes elevados, como os amigáveis?

Frequentemente, em amigáveis deste tipo, e sem desvalorizar ninguém, percebemos que os treinos diários com os colegas são mais exigentes do que o próprio jogo. Por isso, acredito que o segredo reside nesses treinos rigorosos, que nos ajudaram a conquistar o Mundial. É habitual que manter essa intensidade cinco dias por semana seja desafiante, e por vezes isso leva a algum descuido.

Do Mundial do Qatar, concentrado numa cidade só, à edição de 2026, espalhada pelos Estados Unidos, México e Canadá, com um jogo extra para vencer, como adaptar a estratégia e a preparação?

É algo a considerar, pois para além de estender a prova por cerca de cinco ou seis dias, importa focar nos detalhes. Desde as deslocações aos locais de treino e jogos, nada foi planeado sobre a logística geral. Sabemos que a base será em Kansas City, mas pouco mais. Há ainda uma partida decisiva extra, e poderíamos cair nos oitavos com um erro infeliz. Será um Mundial distinto, com mais seleções, e creio que ainda mais disputado.

Um segundo Mundial seguido, mais as duas Copas América de 2021 e 2024, colocariam a Argentina de Messi como possivelmente a melhor seleção de sempre...

Dois Mundiais consecutivos, só Brasil e Itália o fizeram, mas há décadas. É um sonho. Contudo, devemos centrar nos no dia a dia, jogo a jogo, sem exagerar o otimismo, pois o esforço constante é que trará resultados.