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Taça de Portugal: Treinador do Torreense pretende que a formação demonstre todo o seu potencial para superar o Fafe

Taça de Portugal: Treinador do Torreense pretende que a formação demonstre todo o seu potencial para superar o Fafe

Acompanhe as incidências do encontro

Precisamos de jogar no pico das nossas capacidades. O Fafe criou-nos bastantes problemas no jogo inicial e uma equipa que afastou três emblemas da Liga Portugal demonstrou já o seu valor nesta etapa da prova, enfatizou o treinador, numa sessão de imprensa preparatória para o embate da segunda ronda da meia-final, agendado para quinta-feira, às 20:45, no Estádio Manuel Marques, em Torres Vedras.

A seguir ao resultado de empate a um golo na primeira partida, realizada a 04 de fevereiro, no Minho, os azuis grená ambicionam conquistar um sucesso que só alcançaram uma vez, na distante época de 1955/56, terminando por ceder perante o FC Porto no confronto final (2-0).

Independentemente do que se passe amanhã (quinta-feira), a temporada já se revela fantástica, porém ansiarmos por algo superior. E algo superior significa aceder à final da Taça e prosseguir a batalha pela promoção, realçou o responsável técnico, que não disporá do apoio do ponta de lança Manu Pozo, o goleador principal da formação, ausente até ao fim da temporada por lesão.

Ao recordar que o conjunto dirigido por Mário Ferreira, envolvido na fase de preservação do terceiro nível, possui atletas com experiência na Liga 2, Tralhão acredita que o factor decisivo radicará na superior eficácia defensiva e na habilidade de gerar mais obstáculos no ataque comparativamente ao primeiro jogo.

O Fafe é um conjunto que se organiza de forma excecional na defesa, demonstra grande coesão, mantém as linhas compactas e conta com elementos muito rodados, como já mencionei. Assim, forçar-nos-á a subir consideravelmente a intensidade, a exibir resiliência, paciência e uma postura assertiva desde o apito inicial até ao último, avaliou o comandante da terceira colocada na Liga 2.

Confrontado com a preferência por um oponente em caso de apuramento para a final da Taça de Portugal, o técnico reiterou que o pensamento exclusivo reside no duelo frente ao Fafe e que a motivação primordial é participar na final da Taça de Portugal e não no rival potencial, complementando que alcançar o jogo decisivo constituirá um feito histórico e uma fonte de grande satisfação.

No trajeto até à meia-final, o emblema de Torres Vedras eliminou o primodivisionário Casa Pia (1-2), bem como União de Leiria (3-1), Lusitânia de Lourosa (0-1) e Oliveirense (5-4 nos penáltis, após o 1-1 no tempo normal e no extra-tempo), com os derradeiros três rivais oriundos do segundo escalão, onde o Torreense persiste na corrida aos lugares de topo.

Por seu turno, o Fafe, perante um percurso bem mais árduo, superou os primodivisionários Moreirense (1-0), Arouca (2-1) e SC Braga (2-1), e almeja, na terceira oportunidade, aceder ao embate final. Note-se que em 1976/77 e 1978/79, os representantes de Fafe foram afastados pelo FC Porto (3-0) e pelo Sporting (0-1, após tempo extra) nas meias-finais, respetivamente.

Sob a direção de Gustavo Correia, da associação do Porto, o confronto entre Torreense e Fafe, com a lotação já esgotada, definirá o oponente de FC Porto ou Sporting, formações que se encontram esta quarta-feira no Estádio do Dragão, às 20:45, na segunda mão da outra meia-final, onde os leões chegam em posição favorável após a vitória em Alvalade (1-0).