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Rui Borges menciona bolas e toalhas em réplica a Farioli: Conseguimos aguentar

Rui Borges menciona bolas e toalhas em réplica a Farioli: Conseguimos aguentar

Veja aqui os momentos do jogo

Análise: Pretendíamos vencer o encontro. Estávamos cientes de que, em determinado instante, iríamos sofrer uma quebra ligeira, o que é expectável dada a intensidade e o número de partidas que temos disputado. Um primeiro tempo excelente, manifestamente superiores ao FC Porto com a posse de bola. No segundo tempo, o FC Porto mostrou-se mais forte. Perdemos gradualmente essa resistência física, mas houve uma dedicação e uma determinação incríveis por parte da equipa, revelando bem a solidez deste coletivo

Sinto orgulho pelo desempenho da equipa. Fomos declinando fisicamente, algo normal face à demanda dos recentes jogos. Apesar dos contratempos com Morten e Inácio. Merecemos amplamente a presença na final, considerando toda a nossa temporada. Realizámos um primeiro tempo muito sólido com bola, impedindo o FC Porto de gerar ameaças. É inevitável considerar a exigência da época e os nossos desafios.

É essencial destacar o espírito combativo desta equipa, verdadeiros lutadores, merecedores de tudo. É um coletivo excecional. Não nos esqueçamos dos nossos apoiantes, que foram cruciais. É positivo estarmos na final, pois a temporada tem sido positiva e o grupo merece esta valorização. Fizemos uma Champions notável. O campeonato é complicado, mas permanecemos em contenda. Uma equipa como o Sporting deve lutar por troféus até ao limite”.

Aspecto físico: Temos enfrentado uma sequência de jogos muito intensa. No primeiro tempo fomos superiores, no segundo o FC Porto destacou-se. A equipa demonstrou entrega e compromisso extraordinários. Apenas uma formação de elite conseguiria algo assim. Sabíamos que haveria um ponto de fadiga. As partidas que temos tido são de alta intensidade, com total empenho. Ficou claro que precisavam de união e disciplina, e assim foi.

No primeiro tempo, com energia elevada, fomos robustos, no segundo declinámos. No global, creio que pouco mais se poderia fazer. A equipa estava exausta. Tivemos de lidar com as lesões de Inácio e Hjulmand. No segundo tempo, o FC Porto superou o Sporting com bola, enquanto no primeiro fomos melhores, quanto ao tempo de jogo. Provavelmente, terá ignorado as bolas e as toalhas".

Salvamento da temporada: Desejávamos intensamente conquistar a Taça e mantê-la. Era um encontro que garantia o acesso à final e as equipas ambicionam os troféus. Já joguei no lado oposto, sei o que impulsiona defrontar um gigante, encaro com grande respeito. Não era simples. Só uma equipa de topo o conseguiria. Temos disputado jogos muito duros e apenas uma elite controlaria o primeiro tempo como o fizemos, perante um FC Porto sempre agressivo”.

Renovação: Contento com o apuramento. Acho que, no todo, pouco mais haveria a fazer. Precisámos de gerir situações com as lesões de Inácio e Morten. Duas ausências adicionais para os próximos dois jogos, duas entorses. Tivemos de administrar o jogo e a equipa respondeu, formando uma verdadeira família em campo.

O que prefere como rival entre Fafe e Torreense na final: É uma final da Taça. Conheço o que anima jogar contra um favorito, mas ainda resta mais uma partida”.