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Roberto Martínez justifica ausência de Paulinho, inclusão de Guedes e avalia lesão de CR7: "Trata-se de uma lesão ligeira"

Roberto Martínez justifica ausência de Paulinho, inclusão de Guedes e avalia lesão de CR7: "Trata-se de uma lesão ligeira"

Veja aqui a lista de convocados para Portugal

Silvino Louro: "Quero expressar o meu pesar pela perda de uma personalidade do futebol português e da Seleção Nacional, o Silvino Louro. Transmito as condolências à família e aos amigos".

Estágio e ausência de Ronaldo: "Este período de preparação representa a derradeira chance para testar opções antes do Mundial. Contamos com partidas variadas, oponentes distintos e iremos aperfeiçoar o protocolo, adaptação a horários alterados, altitude e economia de tempo em junho, para assegurar que os atletas cheguem ao torneio em óptimas condições. Há atletas indisponíveis - Rúben Dias, Cristiano Ronaldo e Nélson Semedo. Trata-se de um estágio dedicado à gestão física e a novas oportunidades, visando formar o melhor conjunto possível para o Mundial". 

Mateus Fernandes: "O que o Mateus tem realizado é impressionante. Conhecemos o seu trajecto, mas também o seu contributo nos sub-21. É essencial avaliar o seu potencial. Ele merece integrar a convocatória".

Ricardo Horta: "Tenho seguido o seu percurso e conhecemo-lo bem. É um atleta com experiência, capacidade decisória no ataque final e atravessa uma fase de forma excepcional. O contributo no clube justifica a sua presença na Seleção".

Intenção de prosseguir na Seleção: "Já abordei essa questão. Não há mais a adicionar, mas reitero que estamos em sintonia com o presidente da FPF. A prioridade é o Mundial, não está em discussão. O torneio não pode aguardar, ao passo que a posição do seleccionador pode esperar".

Rodrigo Mora: "Mencionar o Rodrigo Mora é um prazer. É um talento único, com habilidades notáveis em espaços reduzidos. Aguarda exames médicos, estamos ansiosos pelas actualizações. Conhecemo-lo perfeitamente, integrou o grupo que conquistou a Liga das Nações. Apreciei o seu quotidiano, assim como o desempenho nos sub-21. Foi crucial responder numa temporada desafiante, a sua maturidade é um trunfo e creio que merece lugar na equipa principal".

Gonçalo Guedes: "Trata-se de um dianteiro versátil e valioso para nós. Marca nove golos, vive um excelente momento. É um elemento diferenciador no ataque. A posição central é ocupada por Ronaldo e Gonçalo Ramos, e buscamos um perfil distinto. O Gonçalo Guedes conquistou o direito à convocatória e estamos optimistas com o que ele pode oferecer à Seleção".

Dianteiro de área e ausência de Paulinho: "É uma escolha de perfil. O Pablo ainda não reuniu a documentação necessária, mas os restantes são atletas que monitorizamos de perto. O Diogo Jota é fundamental, com versatilidade, e requeremos um substituto adequado. Respeitamos o Paulinho, que tem temporadas sólidas no México, mas o seu estilo assemelha-se ao de Cristiano e Gonçalo Ramos. Precisamos de outras qualidades, por isso optámos por Gonçalo Guedes e Gonçalo Ramos".

Situação volátil na América do Norte: "Devemos concentrar-nos no que está ao nosso alcance e preparar. É um contexto instável para todos, mas o futebol proporciona alegria e esforçamo-nos por organizar encontros amistosos que tragam felicidade ao povo".

Atletas sem convocatórias prévias: "É possível. A porta da Seleção permanece aberta. É complicado, se um jogador não for seleccionado após março, integrar depois, mas não é impossível. A equipa técnica prepara-se para o imprevisto. Qualquer coisa pode ocorrer. Há um processo, mas no futebol, não se pode fechar portas".

Estágio nos EUA em período sensível das competições: "Não se resume a este momento. É um desafio equilibrar o compromisso entre clubes e Seleção. Passei sete anos na Premier League e compreendo a relutância em libertar jogadores, mas o auge da carreira é representar o país num Mundial. A nossa missão é optimizar a preparação para o torneio e realizá-lo em março, em Portugal, não traria benefícios. Consideramos horários, altitude, pausas para refrigeração, condições climáticas. Março é ideal para poupar tempo em junho. Os clubes reconhecem a importância do descanso. Diálogos com clubes e técnicos são construtivos. As deslocações aos EUA não excedem as para Arménia ou Hungria, fazem parte da rotina profissional, e estamos ansiosos pela experiência, sobretudo no Azteca. É vital para a preparação que não faremos em junho. Estou contente com o esforço da Federação em jogar em locais do Mundial. A prioridade é salvaguardar os jogadores".

Lesão de Cristiano Ronaldo: "O Mundial não corre perigo. É uma lesão muscular ligeira. Esperamos recuperação em uma ou duas semanas. O trabalho físico do Cristiano esta época demonstra que está em pico de forma".

Bernardo Silva: "Decisão técnica apoiada em dados médicos do clube, para testar novas opções. Este estágio é o momento para experimentar e incluir quem merece a Seleção".

Possíveis exclusões para o Mundial: "O nosso método é meticuloso. Com o estágio de março, gerimos a condição física e médica. O desafio é ser seleccionado, o simples é demonstrar valor em dois amistosos cruciais para recolher dados. Podemos usar mais de seis substituições, aguardamos confirmação da FIFA. Isso ajuda a definir o melhor conjunto, sem decisões antecipadas".

Plano alternativo se o jogo com México for adiado: "Temos o plano principal. Há ruído, várias entidades usam o futebol para as suas causas. O jogo realiza-se sem dúvida. Preparamo-nos com três dias de treino ao nível do mar. O objectivo é adaptar ao nível do mar e competir em altitude. Testamos com os jogadores. Segue-se Atlanta, pavilhão coberto, com relva e temperatura idênticas aos jogos iniciais em Houston. A preparação centra-se na aclimatação para altitude e depois jogo coberto como em Houston, incluindo pausas de refrigeração já implementadas. Não há plano B necessário".

Mais jovens na equipa: "Os talentos emergentes são essenciais, não é novidade. Pedro Neto, Francisco Conceição, estreia de Gonçalo Inácio... Os jovens contam. O sucesso dos novatos relaciona-se com o apoio dos veteranos no balneário. Por isso integramos jovens chave. Colaboramos com sub-21 para transições suaves. O potencial jovem fortalece a A".

Dianteiros: "O foco é um grupo versátil. Na defesa esquerda, um destro pode actuar à esquerda, João Cancelo joga num top clube nessa posição. As vagas estão preenchidas. Não se trata de quantidade extra. Temos 20 lugares e gerimos isso. A táctica varia com e sem bola. Num torneio, a polivalência cobre necessidades".

Oponentes: "São rivais variados. Não europeus, mas técnicos com experiência no Velho Continente. A CONCACAF difere, EUA venceram Uruguai recentemente com exibição brilhante e físico imponente. Ideal para treinar contra pressão alta. México usa a vantagem do terreno. O Azteca sempre favoreceu os locais. Para nós, altitude com apoio fervoroso gera dados valiosos para o Mundial".

Samuel Costa: "Conhecemo-lo. Impressionou e evoluiu. Joga dinamicamente no clube, em boa fase e com vitalidade. Uma exigência do Mundial é a energia quotidiana. Torneio complexo. A vitalidade de Samu, Mateus Fernandes e Rodrigo Mora pode enriquecer o grupo".

Progresso de Portugal: "Oportunidade para enfrentar equipas com identidade forte, duelos individuais por todo o campo. A intensidade da pressão de México e EUA permite testar tácticas. Não revelo pormenores para não facilitar ao rival, mas analisamos traços que confederações como CONCACAF podem exibir".

Raphaël Guerreiro: "Há circunstâncias a respeitar. Os atletas têm fases na carreira que a Seleção deve considerar. Optou por ausentar-se na Liga das Nações e não figura nas nossas opções".