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Feminino: Inês Pereira afirma que Portugal possui capacidade e qualidade para derrotar a Letónia

Feminino: Inês Pereira afirma que Portugal possui capacidade e qualidade para derrotar a Letónia

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Atividades na Cidade do Futebol e deslocação para Riga: Estes dias têm sido excelentes. Todas ansiamos por demonstrar que nos encontramos em ótima condição física e os treinos progrediram positivamente. Partimos hoje, é verdade, numa viagem algo desafiadora, mas frente à Letónia prevemos um encontro onde pretendemos controlar, manter a posse de bola, reagir com intensidade à perda da mesma, característica que nos define, e em seguida concretizar vários golos. Estamos numa sequência de muitos golos marcados e desejamos prosseguir assim.

Alterações no poste de guarda-redes de Portugal: Para ser franca, essa questão cabe ao Selecionador responder, não a mim. Eu esforço-me sempre para participar em todos os jogos, cabendo a ele a escolha final. Posso garantir que me dedico ao máximo para jogar. Faço-o quer esteja presente a Patrícia Morais quer não. Como referi, tanto Sierra como Rute possuem elevado nível e, caso surja a chance, contribuirão da melhor maneira para o sucesso de Portugal.

Letónia em ataque e defesa sólida de Portugal: Como mencionei no começo, se atuarmos no nosso melhor, tal como nos dois jogos recentes, a Letónia dificilmente gerará ameaças significativas. Com o devido respeito pelo oponente, que atua no seu terreno, ambicionamos manter a defesa inviolável e somar muitos golos. Encontramo -nos em bom momento, a trabalhar de forma eficiente, e se executarmos o nosso estilo, causaremos dificuldades à Letónia.

Progresso na trajetória profissional: É fato que, desde a ida para Espanha, para um conjunto com menor ênfase no ataque, dedicámo -nos mais à defesa, o que me permitiu aprimorar competências em setores que não explorava tanto no Sporting ou no Servette, pois essas equipas priorizavam a posse. Contudo, observo as guardiãs de outras nações e concluo que Portugal dispõe de excelentes guarda-redes, algumas superiores às de rivais.

Fadiga no fim da temporada: É expectável certo desgaste, dado o elevado número de partidas acumuladas. No entanto, na Seleção gozamos das condições ideais para recuperação, pelo que o cansaço não serve de pretexto. Creio que detemos qualidade suficiente para liderar o grupo e dispomos de mais dois desafios para o provar.

Volta ao Mundial: Acredito que é viável, mas devemos concentrar-nos em cada partida. Pensar no Mundial prematuramente não ajuda se falharmos o dever atual. Todos, jogadoras e equipa técnica, partilhamos a meta de qualificar-nos. Uma vez lá, avaliemos o que vier.

Fase final da qualificação mais árdua: Sim, a segunda metade tende a ser mais exigente, pois conhecemos melhor os adversários e eles a nós. Tendem a bloquear espaços e a decifrar o nosso jogo. Ainda assim, mesmo em deslocações, possuímos a capacidade e o nível para triunfar nestes dois embates.

Possível retorno ao Everton: Essa possibilidade permanece indefinida. Não me inquieto com isso. Sinto-me contente no Deportivo, mas se for para Inglaterra, adaptarei-me. Presentemente, priorizo o agora, o contributo na seleção e as obrigações remanescentes no clube.