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Campeonato Mundial 2026: Itália sente novamente a pressão para ficar entre as potências

Campeonato Mundial 2026: Itália sente novamente a pressão para ficar entre as potências

A nação italiana toda sente o abalo. Nem o antigo campeão mundial Gennaro Gattuso, que no passado aterrorizava os rivais, escapa à enorme tensão antes do embate pelo Mundial.

"Apenas quem não tem sangue nas veias é que não sente isso", afirmou o selecionador da Squadra Azzurra, atento aos playoffs.

O país orgulhoso enfrenta o risco de um fracasso no futebol. De novo. A Itália falhou as presenças nos Mundiais de 2018 e 2022, e agora a terra de Giuseppe Meazza, do imparável Paolo Rossi e do inabalável Gianluigi Buffon pode sofrer um terceiro tropeço humilhante.

Gattuso, o incansável médio do título no Mundial de 2006 na Alemanha, precisa lidar com o fardo das expectativas antes do primeiro de dois jogos cruciais potenciais.

Quinta-feira contra a Irlanda do Norte às 19:45, não conta o facto de a Itália "ter conquistado quatro Mundiais", nem "não participar num Mundial desde 2014". Apenas a Irlanda do Norte interessa. "Precisamos de entrar no relvado e entregar tudo", declara Gattuso.

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Bérgamo pequena como novo lar

A opção pelo estádio para o jogo com a Irlanda do Norte reflete o ansiedade da equipa. O conjunto de Gattuso não atuará nos grandes recintos de Roma ou Milão, mas em Bérgamo modesta.

"Num estádio com 50 a 60 mil espetadores", pode brotar descontentamento entre os adeptos nas bancadas "após algum tempo", "se o jogo não fluir bem", explicou Gattuso: "No meu primeiro jogo como treinador em Bérgamo, aplaudiram nos ao intervalo, mesmo com o 0-0".

Um empate sem golos no fim não bastaria à Itália frente à Irlanda do Norte. Apenas um triunfo levaria a uma "final" contra o vencedor do duelo entre País de Gales e Bósnia-Herzegovina, em 31 de março. E só o ganhador dessa partida rumará ao Mundial no verão, no Grupo B ao lado dos co-anfitriões Canadá, mais Catar e Suíça.