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Trubin reage às críticas: "Apenas as considero sérias se forem bem fundamentadas e virem de quem conquistou algo na vida"

Trubin reage às críticas: "Apenas as considero sérias se forem bem fundamentadas e virem de quem conquistou algo na vida"

"Atualmente, a internet e as redes sociais chegam a imenso público, espalham-se com facilidade e qualquer indivíduo pode postar o que lhe apetecer sem refletir, pois sabe que não enfrenta retaliações. Eu valorizo as críticas apenas quando elas são razoáveis e provêm de quem primeiramente obteve sucesso na existência ou de quem realmente quer auxiliar-me com os seus comentários. Isso pode vir de um técnico, de um preparador de guarda-redes ou inclusive da minha esposa, que me pode apontar aspetos a melhorar. A esses exemplos dou ouvidos. Contudo, o rancor de quem desconhece o futebol, guiado por sentimentos ou frustrações como uma aposta perdida, isso ignoro por completo", afirmou Trubin.

O guardião da Ucrânia abordou a exigência de atuar como futebolista de elite e destacou a relevância do suporte essencial a todo o atleta.

"Ter uma pessoa próxima que nos assista e nos apoie em tempos adversos ou após derrotas dececionantes é crucial, bem como alguém que nos indique diretamente os erros ou as áreas de aprimoramento. Em resumo, que nos incentive a tornar-nos melhores indivíduos, inclusive através de observações críticas. Essas observações promovem o desenvolvimento pessoal. É vital possuir uma parceira que comungue as tuas aspirações, visões e metas alinhadas", esclareceu Trubin, que ainda mencionou a sua experiência em Portugal, local onde reside desde há três anos, após deixar o Shakhtar Donetsk para ingressar no Benfica.

"Primeiramente, o clima. O clima é de facto excelente, com dias solarengos e meses inteiros de sol, e até no inverno não se compara ao frio do meu país natal. Em segundo, a gastronomia. O Atlântico fica próximo, logo o peixe tem um sabor excecional. Por fim, sou fã do futebol local. Os portugueses adoram o desporto, vivem-no e sentem-no no dia a dia", comentou.

Malgrado os louvores a Portugal, Trubin evocou que o processo de integração não correu sem obstáculos: "Os meses iniciais foram desafiantes, pois tudo representava uma novidade. Idioma diferente, nação nova, plantel renovado. Como atleta, jogava no mesmo clube desde miúdo, dos seis anos em diante. Alterar isso custou. Além disso, o patamar competitivo variava, com maior carga de deveres e escrutínio dos fãs e da imprensa. Foi verdadeiramente árduo, mas contribuiu para o meu amadurecimento. Enfrentei percalços, mas avancei e melhorei."