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Mbappé desmente boatos: 'A informação acerca do problema no joelho revisto pelo Real Madrid não é real'

Mbappé desmente boatos: 'A informação acerca do problema no joelho revisto pelo Real Madrid não é real'

Segue as novidades do jogo

Preparação final antes do Mundial: 'Sim e não. É um local para onde regressaremos e já estamos impacientes por isso. Desejamos participar. Enfrentaremos uma formação forte. E não, pois alguns atletas poderão não estar presentes, logo é prematuro afirmar. Mas é positivo estarmos ali, com o conjunto, visto que faz tempo que não atuamos pela equipa nacional'.

Tratamento do joelho no Real Madrid: 'Nunca fui alguém propenso a remorsos, nem como atleta nem como pessoa. O que vejo é o agora e o que se avizinha. Alegro-me por estar em boa forma, por notar os dois joelhos bem e por desfrutar no relvado. Devo isso ao meu emblema, sinto-me satisfeito por me manter apto e saudável'.

Duração possível em campo: 'Perguntem ao técnico, mas estou preparado para entrar. O responsável decide, mas nós, atletas, estamos disponíveis para todos os instantes que nos atribuir'.

Substituto de Didier Deschamps: 'Soube da posição do Presidente num acontecimento. Não é um tema doméstico. Focamo-nos no atual e no que nos espera'.

Ousmane Dembélé: 'Ter um elemento como Ousmane no grupo é fantástico. Devemos fomentar uma ligação instintiva com ele. Procuraremos colocá-lo nas condições ideais para replicar o que mostrou no seu clube, pois se o conseguir, aumentamos as hipóteses de sucesso'.

Exame ao joelho direito? 'A ideia de que o meu joelho direito foi analisado é inventada. Talvez eu contribua para isso, já que a falta de diálogo abre espaço a suposições. No Real, a troca de informações é sempre transparente, com os especialistas em medicina e reabilitação'.

Real sem a tua presença: 'É positivo que o coletivo funcione desta forma, num período forte, e que conquiste partidas. Não pretendia que saíssemos da Champions. Isso impõe exigência a nós, competidores, pois devemos adaptar-nos ao estilo. Quando fomos apeados da Taça do Rei, viam-me como a salvação única; agora invertem. Veremos o desenrolar'.

Relativamente ao Brasil: 'É um confronto relevante. O Brasil domina o futebol. Oferece uma prévia do que ocorrerá no verão pelo Mundial: a atmosfera, o público... Todos aqui sabem da tradição brasileira, nação que mais influenciou o jogo entre seleções. Exibem cinco estrelas nas camisolas. Representa sempre um teste. Vão lutar pelo triunfo. É um gosto e um obstáculo. Estamos expectantes. Tiraremos ensinamentos. Devemos empenhar-nos totalmente, será um espetáculo'.

Esquema tático e ligação com Olise: 'Não atuamos juntos há cinco meses, mas íamos muito bem. Gerávamos lances e harmonizávamo-nos. Urge ajustar. Represento a seleção há nove anos e contento-me com o todo. E o Michael? Vive uma época notável, privilegiamo-nos com um talento assim e tentaremos otimizar as suas oportunidades. Compete-nos acolher todos os atacantes. Ousmane tem o seu espaço. Podemos formar múltiplos tríos ofensivos sem declínio. Exigimos harmonia. Procedemos corretamente na qualificação. Prosseguiremos a aprimorar o conjunto para chegarmos no pico ao verão'.

Mundial nos Estados Unidos: 'Ser a figura principal deste Mundial? Não sou novato aqui, dadas as dificuldades para abandonar o hotel (risos). É uma realidade distinta da nossa e é enriquecedor absorver de todos. Ser o destaque do torneio não me inquieta, não garante um troféu...'.

Posição de capitão e conquista do Mundial: 'Triunfar no Mundial como líder? Tão árduo, tão excecional. Com o passar do tempo, maior é a noção da relevância. Importa saborear o instante, captar o peso das conquistas. Seria magnífico vencer, para mim, para os colegas, para os franceses, para os repórteres... Parece que não te afetas (sorriso)'.