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Liga Italiana Juventus aproxima se da Liga dos Campeões graças à deslealdade de Boga contra a Atalanta 0 1

Liga Italiana Juventus aproxima se da Liga dos Campeões graças à deslealdade de Boga contra a Atalanta 0 1

Atalanta 0 1 Juventus

Quinta posição contra sétima com apenas quatro pontos de diferença e no horizonte o fascínio das partidas europeias de topo. Em Bérgamo disputava se algo bem maior do que um jogo comum a Atalanta e a Juventus lutavam por um momento decisivo na corrida ao quarto lugar numa noite carregada de implicações finais.

O sábado no New Balance Arena opôs duas formações plenas de confiança ambas após triunfos recentes e cientes de que nesta altura da temporada a consistência importa tanto quanto os momentos de brilho. Em causa estava uma vaga na Liga dos Campeões e isso evidenciou se logo desde o início da partida.

A pressão era palpável e manifestou se de imediato no campo. A Juventus sofreu mais especialmente no começo mais bloqueada e menos precisa apanhada de surpresa pela agressividade da Atalanta. Os da Dea avançaram com intensidade leram bem todas as opções de passe e forçaram os bianconeri a um futebol rude afastado das áreas críticas. Boga posicionado como falso nove encontrou se encurralado enquanto Yildiz teve de receber repetidas vezes de costas para a baliza sem poder exibir o seu potencial.

Foi justamente de uma recuperação alta sobre o jogador turco que surgiu a primeira oportunidade clara ao minuto 7 bola ganha e contra ataque veloz com Zalewski a surgir na grande área e a rematar em arco. A esfera roçou o poste alertando para o rumo do jogo. A equipa bergamasca não cedeu e dois minutos mais tarde esteve perto de marcar cruzamento perfeito de Zappacosta para o segundo poste Scalvini impôs se no ar e cabeceou com potência mas o travessão impediu o golo apesar de Di Gregorio já vencido.

Dois alertas graves para a Vecchia Signora que lutava para responder e ficava refém do compasso nerazzurro durante longos minutos. Apenas aos 30 minutos veio uma réplica modesta um tiro de Thuram de média distância seguido de uma penetração de Yildiz e um cabeceio de Kelly que passou ligeiramente por cima. Insuficiente para perturbar uma Atalanta que comandava as operações.

Do lado oposto o conjunto de Palladino prosseguia a construir e a ameaçar De Ketelaere também procurou facturar com um cabeceamento que no entanto passou ao lado.

O fecho do primeiro tempo espelhou o que se passara até ali. Os locais pressionavam os forasteiros resistiam. Então quase no fim o maior arrepio Krstovic preparou se na área e arriscou uma bicicleta a curta distância fazendo o público suster o fôlego. A bola escapou por pouco do poste com Di Gregorio parado encerrando uma primeira metade controlada pelos nerazzurri mas ainda sem golos.

O descanso serviu como viragem crucial. A Juventus voltou transformada mais prática e letal. E no primeiro lance relevante do segundo tempo facturou. Um erro de entendimento entre Carnesecchi e Djimsiti permitiu a Jeremie Boga avançar o ex 10 da Atalanta não vacilou e mesmo sem pleno controlo desviou o suficiente para superar o guardião e dar vantagem aos bianconeri.

Um tento decisivo quase impiedoso para a Atalanta que até aí ditava o ritmo mas falhava na finalização. O princípio do antigo adversário cumpriu se da maneira mais pura alterando o fluxo e o clima em instantes.

A resposta local foi pronta mas menos veemente do que na primeira fase. Palladino procurou revitalizar o sector ofensivo com a entrada de Raspadori e foi de uma jogada dele que veio a ocasião mais perigosa para igualar Djimsiti venceu no ar num canto mas Di Gregorio brilhou com uma intervenção crucial.

A partida alterou se tornando mais fragmentada e tensa. Os técnicos ajustaram várias vezes em busca de alterar um equilíbrio cada vez mais frágil. Spalletti reorganizou o ataque substituindo o discreto Yildiz por David com Boga a deslocar se para a ala esquerda e introduziu ainda Koopmeiners ovacionado negativamente pelo antigo público e Gatti.

Do outro lado Palladino apostou tudo com as entradas de Scamacca Pasalic e Ahanor para um assalto final. Mas diferente da primeira parte a Atalanta perdeu clarividência e precisão nas conclusões. As únicas ameaças vieram de um remate suave de Zappacosta e um cabeceio ao lado de Scamacca pouco para abalar uma Juventus agora coesa e dedicada a manter o resultado.

O fim chegou sem dramas e selou um triunfo vital para a Vecchia Signora precisa no timing madura na gestão. Três pontos que asseguram o quarto posto e impulsionam as aspirações bianconeri na Liga dos Campeões.

Para a Dea trata se de um revés doloroso. Não só pelo placar mas pelo modo como ocorreu após dominar o início a formação de Bérgamo termina de mãos vazias e com uma tabela que pesa subitamente. A desvantagem para a Juventus agora quarta sobe para sete pontos e complica a perseguição ao quarto lugar.

Bérgamo sente o gosto acre de uma oportunidade perdida possivelmente uma das derradeiras para se candidatar à elite europeia da Liga dos Campeões.