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Rui Borges mantém a determinação: 'O título ainda não está definido e estamos na luta pela final da Taça'

Rui Borges mantém a determinação: 'O título ainda não está definido e estamos na luta pela final da Taça'

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Antevisão: “Anticipo um encontro bastante disputado, com o FC Porto a demonstrar a sua identidade, pressionante de forma intensa, especialmente no seu estádio. Como estão em desvantagem na eliminatória, é expectável que aumentem essa intensidade. Pressionam no alto e recuam para um bloco médio-baixo quando a pressão alta falha. São fortes em reduções de espaço, pressão, duelos no solo ou no ar. O Sporting surgirá fiel à sua essência, serão duas formações que ambicionam vencer e avançar à final”.

Renovação: “Temo apenas a morte, aprecio viver plenamente. Concentrado no jogo, sinto-me satisfeito com o contrato até 2027. A confiança é constante desde que chegámos, encontro-me totalmente sereno quanto ao meu porvir”.

Se o Sporting falhar em todos os objectivos, de quem é a responsabilidade? “Evito especulações do tipo ‘se’, estamos dedicados ao que controlamos e competimos ativamente. O campeão ainda não foi coroado e batalhamos por um lugar na final. Conhecemos o esforço colectivo, o percurso é claro. Mantemo-nos na corrida por todos os troféus e o objectivo primordial é honrar um clube de prestígio. Nisso temos sido exemplares”.

Penálti de Suárez: “Os executantes de grandes penalidades permanecem os mesmos. O confronto com o Benfica pertence ao passado, o foco está no FC Porto”.

Receção no Dragão: “Pergunte isso ao oponente, o FC Porto sempre foi bem acolhido em Alvalade e reciprocamos essa expectativa”.

Preparação mental para uma semana potencialmente difícil: “Semana típica de um clube de topo. É positivo que (afirme-se que) perdemos a Liga dos Campeões, pois realça o nosso labor e indica que poderíamos ter triunfado. Estamos na contenda por tudo, que é o alvo inicial de uma grande instituição. Os atletas realizaram uma temporada excepcional, no campeonato distanciámo-nos, mas o título não está decidido, devemos crer. Olhamos em frente, para o jogo vindouro que assegura a ida à final da Taça de Portugal e uma possível Supertaça futuramente. Podem ser mais dois troféus, o grupo motiva-se, permanece calmo e sabe o que executar”.

Rotatividade: “Não comparo com rivais, concentro-me no nosso. Desejava contar com todos, ofereceria mais opções nestes dois meses intensos de fadiga, não gerimos como pretendíamos por falta de efectivos plenos, faz parte do processo. Agarramo-nos ao disponível, exige uma dedicação total, com ou sem exaustão, devemos entregar tudo em campo. Detesto queixar-me, ansiava por todos disponíveis? Sim. Contudo, responderam bem e provaram ser um colectivo notável”.

Fresneda e João Simões: “Simões fica afastado até ao fim da temporada, Fresneda segue em incerteza, avaliado diariamente. Pode não estar apto para o jogo”.

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Questão psicológica: “Além do desgaste físico, por vezes pesa o aspecto mental acumulado. No imediato sente-se intensamente, os jogadores ressentem-no, mas urge equilíbrio. Há dois meses interrogavam-me sobre vitórias aos 90 minutos, agora perdi duas aos 90+4. É gerir isso, compreender que esgotámos as forças. Fazem parte as emoções do futebol, mantenho-me frio nisso e devo transmitir-lhes a relevância do próximo jogo, que nos pode levar a duas finais. Um clube de elite ambiciona permanecer na luta por troféus até ao limite e o jogo de amanhã proporciona essa chance”.

Luis Suárez: “Não me inquieta, realizamos uma avaliação objectiva, considerando a dureza dos jogos recentes, o que reduz oportunidades claras. Entregou-se inteiramente pela equipa, sem excessos de carga, a dedicação tem sido impressionante. Continua essencial, terá menos chances agora e deve aprimorar a finalização. Encontra-se sereno, consciente da confiança que lhe dispensamos e do seu contributo. Não se resume ao individual, mas ao colectivo e ao adversário enfrentado. Elogio a sua entrega total pela formação e o reconhecimento que obteve por direito próprio”.

Jogo mais decisivo da temporada e alterações no onze: “Um técnico prepara múltiplos cenários, por isso as decisões custam. Digo aos meus auxiliares que o treinador é quem prova o gelado. Depende do momento, do estado deles, das sensações, muita troca de ideias, diálogo franco, honestidade para identificar quem está óptimo. Não prevemos prolongamento, visamos passar nos 90 minutos. Nesta etapa, dada a trajectória e a acumulação de partidas, privilegiamos o diálogo honesto para seleccionar os iniciais e os finais. É decisivo pois ansiámos muito pela final”.

Taça de Portugal: “Não encaro assim, o Sporting deve contender troféus até ao derradeiro instante e temos-no feito. Desejamos ardentemente reconquistar a Taça que detemos e defender o título. O campeonato complica-se, não controlamos o nosso destino, concentramo-nos na taça”.