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Pavel Šulc do Lyon vence Patrik Schick do Bayer Leverkusen na escolha para Melhor Jogador Checo do Ano

Pavel Šulc do Lyon vence Patrik Schick do Bayer Leverkusen na escolha para Melhor Jogador Checo do Ano

Nos treinadores, Jindřich Trpišovský, do Slavia Praga, levou o prémio pela quinta ocasião. No talento do ano, destacou se Matěj Šín, médio do AZ Alkmaar, e o galardão de jogadora feminina do ano coube, pela segunda vez, a Klára Cahynová, do San Sebastián. Os resultados da 61.ª gala foram divulgados esta segunda feira pela associação em Praga.

Šulc teve o ano mais forte da sua trajectória. Na primavera anterior, foi peça fundamental no Viktoria Plzeň, que atingiu os oitavos na Liga Europa e ficou em segundo no campeonato nacional. Depois da mudança no verão, fixou se como suporte essencial no Lyon de Paulo Fonseca. Na liga francesa desta época, já conta 11 golos e lidera a tabela de marcadores da formação.

Pela equipa nacional checa, Šulc jogou oito partidas no ano transacto e fez um golo. Com este êxito, adiciona ao currículo o segundo prémio maior do futebol checo, seguindo a Bola de Ouro do Clube dos Jornalistas Desportivos pelo melhor jogador da época finda, recebida no verão. Nos dias recentes, Šulc voltou ao campo após lesão muscular e cerca de um mês afastado.

Schick também passou por bom momento. O ponta de lança sustentou o Bayer Leverkusen no ano passado. Na primavera, bisou 12 golos na liga alemã e, nesta temporada, brilhou na Liga dos Campeões. Campeão da sondagem da FAČR em 2021 e 2022, igual a Šulc, envergou a camisola nacional em oito encontros no ano anterior, com quatro golos apontados.

Krejčí mudou no verão do Girona para o Wolverhampton, por cedência com cláusula de aquisição, e depressa se impôs como elemento vital da turma, que agora fecha a tabela na liga inglesa. Pela selecção, actuou em sete jogos no ano passado e foi designado capitão actual, substituindo Souček.

O médio do West Ham falhou o terceiro ceptro seguido e o quinto absoluto na consulta da FAČR. Com quatro vitórias, mantém o terceiro posto histórico partilhado com Pavel Nedvěd, atrás só de Ivo Viktor e do líder Petr Čech, com nove êxitos. Entre Krejčí e Souček, surgiu Lukáš Provod, do Slavia Praga, em quarto, e os cinco nomeados repetiram os do ano anterior.

Nos técnicos, Trpišovský impôs se com folga, somando 317 pontos sobre Luboš Kozel, do Jablonec. Martin Hyský, que em outubro saiu do Karviná para o Plzeň, fechou o pódio. Na primavera, Trpišovský ergueu o campeonato com o Slavia, que segue no topo após o bloqueio de outono.

O técnico com 50 anos junta assim outro troféu aos de 2019, 2020, 2021 e 2023, depois de vice em 2023, atrás de Miroslav Koubek. O anterior vencedor, que abandonou o Plzeň no outono e pegou na selecção em dezembro, acabou em quarto desta feita.

No sector feminino, Cahynová, do San Sebastián, repetiu o triunfo de dois anos atrás. Michaela Khýrová, do Sparta Praga e vice capitã da nacional, ficou em segundo, e Kateřina Svitková, do Slavia, que pausou a carreira por maternidade, em terceiro. Kamila Dubcová, campeã do ano anterior, desceu ao quinto posto.

O talento emergente Šín, médio, contribuiu para o inesperado terceiro lugar do Baník Ostrava na liga primaveril. No verão, rumou ao AZ Alkmaar, onde ainda não se fixou no titular. O ex internacional Přemysl Bičovský, que fez 75 anos em agosto, entrou no Hall of Fame da FAČR. O prémio de futsalista do ano recaiu, pela segunda vez em fila, em David Drozd.

A classificação resultou da votação da academia de futebol, integrada por técnicos e capitães da elite, jogadores com no mínimo 31 caps, vencedores passados, jornalistas e elementos da FAČR.