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México-Portugal: Prova para o conjunto português marcado por faltas chave e retornos notáveis

México-Portugal: Prova para o conjunto português marcado por faltas chave e retornos notáveis

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No derradeiro apronto antes do Mundial vindouro, o esquadrão das quinas aterra na capital mexicana sem presenças cruciais, incluindo Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva, líderes da equipa nacional portuguesa, bem como Diogo Costa, guardião titular, e Rúben Dias, pilar da retaguarda sob o comando de Roberto Martínez.

A escassos dois meses e meio do torneio global de 2026, o treinador espanhol incluiu Mateus Fernandes, trinco do West Ham na sua estreia absoluta pela seleção maior, e reconvocou elementos como Ricardo Horta, Gonçalo Guedes, Samu Costa e Tomás Araújo, oferecendo uma derradeira chance para se imporem na convocatória definitiva de maio.

Apenas após o anúncio inicial, o helénico teve de ajustar o grupo devido a problemas físicos, primeiro com Rodrigo Mora e Rafael Leão, seguido de Diogo Costa, completando os 26 nomes com o custodiante Ricardo Velho e o dianteiro Paulinho.

Assim, Portugal aborda o embate frente ao México, coanfitrião do futuro campeonato do mundo, em tom exploratório, permitindo que diversos atletas demonstrem o seu valor ao seleccionador, apesar de a relação final para o evento aparentar estar quase delineada.

João Neves e Pedro Gonçalves, com participação reduzida até ao momento, provavelmente serão preservados contra os astecas, visto que há outro amigável marcado para 31 de março, desta feita ante os EUA, em Atlanta.

O jogo na Cidade do México pode introduzir mais dois novatos no registo de Martínez, que acumula 14 em três anos, com Mateus Fernandes bem posicionado para ganhar tempo no Azteca, ao passo que Ricardo Velho aguardará pelo confronto americano, eclipsado por Rui Silva e José Sá.

Trata se da estreia de Portugal contra o México no território tricolor, precisamente no lendário Estádio Azteca, que reabre com lotação para perto de 90 mil fãs, bem aquém dos 120 mil de outrora, e que desafiará o grupo de Roberto Martínez aos efeitos da altitude de 2240 metros.

O México surge sob a orientação do experiente Javier Aguirre, de 67 anos, na sua terceira etapa ao leme da formação nacional, com vasto currículo especialmente no basquetebol ibérico, tendo inclusive dirigido o Atlético Madrid de 2006 a 2009.

Próximo de acolher o Mundial, o desporto mexicano enfrenta um vazio de talentos e renovação, sem estrelas proeminentes ou promessas evidentes.

Com 34 primaveras, o ex benfiquista Raúl Jiménez, no Fulham inglês, destaca se como principal referência, ao lado do médio Edson Álvarez, do Fenerbahçe turco.

Nos escolhidos por Aguirre figura o guardião Guillermo Ochoa, que rodou pela AFS e agora joga no Chipre, e que aos 40 continua a ambicionar a sexta aparição em finais de mundiais, façanha partilhada apenas com Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi.

No Mundial 2026, agendado de 11 de junho a 19 de julho nos EUA, Canadá e México, Portugal integra o Grupo K, com Uzbequistão, Colômbia e um oponente por apurar do play off intercontinental envolvendo República Democrática do Congo, Jamaica e Nova Caledónia.