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FPF ambiciona elevar quantidade de atletas e juízes e posicionar-se como modelo

FPF ambiciona elevar quantidade de atletas e juízes e posicionar-se como modelo

Passadas três semanas desde a revelação do documento central do Plano Estratégico 2024-36, a FPF deu a conhecer os planos específicos para diversas áreas, como o futsal, as equipas nacionais de base, o futebol das mulheres, o futebol na areia e a área da arbitragem.

Para 2036, a entidade visa chegar aos 400 mil atletas afiliados, com 60 mil delas no setor feminino, tornar profissionais todas as formações femininas de futebol, multiplicar por três o contingente de árbitros até 13 mil e estabelecer-se como padrão nesse domínio.

Em meio a profundas mudanças, divulgamos uma perspetiva coletiva e duradoura até 2036. Apenas um compromisso genuíno em equipa nos permitirá atingir o êxito. Assim, apelo a todos os envolvidos para que, juntos, elevemos o futebol à suprema qualidade. Este procedimento reforçou uma perspetiva unida, que consiste em converter Portugal numa nação autêntica de futebol”, declarou Pedro Proença, no Cidade do Futebol, em Oeiras, no início do encontro.

A meta de ascender ao topo do ranking da FIFA e vencer um torneio internacional com a seleção principal foi igualmente destacada.

O porvir do futebol luso inicia-se agora. Trata-se de um texto singular e prospectivo para a década vindoura. Possuímos todos os recursos para progredir, desenvolver-nos e destacar-nos no contexto global. Desejamos impulsionar o futebol português à perfeição”, sublinhou o líder da FPF.

Nos níveis de base, a organização procura incrementar o número de técnicos, aprimorar o registo dos jovens atletas e otimizar as condições para os sub-21.

No âmbito do futsal, o foco reside em expandir os praticantes em 25 por cento e fomentar a viabilidade dos emblemas, aspiração partilhada com o futebol feminino, visando mais equipas de elite.

Numa sessão de debate após a exposição dos planos setoriais, o técnico Roberto Martinez elogiou a “nitidez” do material.

Compreendemos os nossos objetivos e os caminhos para os realizar. Em 2026, já nos preparamos para o Mundial-2030 e urge implementar este esquema no mais alto patamar. Relativamente ao Mundial atual, permitam-nos fantasiar”, afirmou o comandante espanhol.

Francisco Neto, responsável pela seleção feminina, admitiu que o esquema possibilita a Portugal competir por metas adicionais em breve, ao passo que Jorge Braz, timoneiro do futsal, recordou que “é essencial que todos se unam, da cimeira à base da organização” da FPF para concretizar o visado.