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Messi atinge marca de 900 golos e junta-se a Cristiano Ronaldo

Messi atinge marca de 900 golos e junta-se a Cristiano Ronaldo

A saida do Inter Miami da Liga dos Campeões da CONCACAF fica registada na história do futebol. Com o primeiro golo marcado pelos norte-americanos, Lionel Messi chegou aos 900 golos na carreira.

Só o segundo jogador masculino a conseguir esta proeza, após Cristiano Ronaldo em setembro de 2024 frente à Croácia. Alcançou-o em 1142 partidas por clubes e pela seleção argentina.

Não surpreende que a maior parte dos golos tenha sido com a camisola do Barcelona, entre 2004 e 2021. Registou 672 golos blaugranas, seguidos de 115 pela Argentina, 81 pelo Inter Miami e 32 pelo PSG.

É detentor do recorde de golos num ano civil. Os 91 em 2012 superaram os 85 de Gerd Müller em 1972 e fixaram um máximo quase impossível de bater. Quase 10% dos golos de Messi na carreira foram nesse ano.

A década de 2010 foi a mais frutífera para o argentino. De 2010 a 2019, nenhum ano civil com menos de 45 golos e em cinco superou os 55.

Em todas as competições, só falhou em marcar em três. Nos dois jogos pelo PSG na Taça de França, e nas partidas da US Open Cup e Finalíssima. Sem surpresa, a LaLiga lidera com 474 golos, seguida da Liga dos Campeões com 129.

O Sevilha sofreu mais golos do internacional argentino, 38 no total. Todas as equipas com pelo menos 20 golos sofridos são espanholas. FC Porto com dois, Benfica com um e Sporting com um formam as portuguesas onde marcou.

Entre seleções, a Bolívia sofreu 11 golos, enquanto Portugal registou um golo do astro, um penálti na vitória da albiceleste por 2-1 em Genebra.

Rubin Kazan, Rennes e Inter de Milão são as únicas a defrontarem Messi quatro vezes sem sofrer golos. Há 12 equipas que enfrentou pelo menos duas vezes sem marcar, com o Catar como única seleção.

Segundo a Opta, Messi é decisivo, com a maioria dos golos nos 90 minutos e acréscimos, 51 no total. Ainda não marcou no primeiro minuto, mas sim em todos os outros momentos.

Diego Alves sofreu 21 golos de Messi, seguido de Iker Casillas e Gorka Iraizoz com 18. Beto foi o guarda-redes português que mais o enfrentou, seis jogos, e sofreu nove golos.