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Alemanha vence Suíça (3-4) com bis de Florian Wirtz

Alemanha vence Suíça (3-4) com bis de Florian Wirtz

Suíça 3-4 Alemanha

Dois meses e meio antes da estreia no Mundial de 2026 em Houston, Curaçao, Nagelsmann revelou as suas intenções. O objectivo era preparar a equipa para o torneio, o que implicava que o conjunto de Basileia seria o base nos Estados Unidos, México e Canadá, com no máximo duas ou três alterações. Em especial, sem os jogadores do Bayern Jamal Musiala e Aleksandar Pavlovic.

Em substituição de Pavlovic, Angelo Stiller, do Estugarda, convocado em cima da hora, ocupou o lugar no centro do meio-campo junto a Leon Goretzka, e realizou um bom desempenho. Tal como na fase de apuramento, Gnabry preencheu a posição de Musiala, com Leroy Sané a actuar pela ala direita. Nagelsmann queria observar como a equipa reagiria após uma interrupção tão prolongada. A conclusão: de forma convincente.

Depois de um passe de Wirtz, Sané (3') dispôs da primeira chance logo nos minutos iniciais. Uns dez minutos depois, Wirtz assistiu novamente, desta vez a Kai Havertz, que falhou na finalização contra o guarda-redes Gregor Kobel. Num lance de bola parada, Tah desviou acidentalmente um remate de Gnabry que prometia perigo (14'). Apesar de todas estas chances perdidas, foi a Suíça a abrir o marcador. A seguir a um erro de passe de Nico Schlotterbeck, Granit Xhaka explorou o espaço abandonado por Joshua Kimmich na direita. Ndoye foi marcado por Stiller, mas o remate do avançado surpreendeu Oliver Baumann no canto próximo.

Com o golo de igualdade, o treino intensivo de Nagelsmann em lances de bola parada para o final do ciclo revelou frutos: num canto curto, Wirtz enviou para o poste afastado, onde Tah cabeceou com facilidade. Havertz (32') também obrigou Kobel a uma defesa apertada.

Ainda assim, a linha defensiva, que Nagelsmann considerava essencial para a solidez no torneio com esta disposição, mostrou fragilidades perante os raros ataques suíços. Mais um erro de passe de Schlotterbeck resultou no 1-2, pois David Raum deixou Silvan Widmer, do Mainz, cruzar livremente, permitindo que Tah Embolo cabeceasse sem oposição.

Fabian Rieder, do Augsburgo, acertou no ferro numa transição rápida (43'). No entanto, Wirtz brilhou mais uma vez: um toque de classe com o seu pé esquerdo, servido por Gnabry, que restaurou o empate mesmo antes do descanso.

No segundo tempo, ambos os lados procederam a múltiplas trocas, com onze substituições cada. O habilidoso Gnabry (47) não logrou concretizar de um ângulo difícil.

A Alemanha insistiu na pressão e gerou mais lances perigosos. Um ponto forte desta parte do jogo foi a eficiência nos contra-ataques e a fluidez nas transições. O futebol de ataque fluiu bem em geral, pecando apenas na concretização. Outro canto rápido concedeu-lhes a liderança pela primeira vez, embora os problemas defensivos persistissem, com Monteiro a igualar o marcador.

Por fim, Wirtz decidiu o jogo.