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Jogadores do Senegal acolhidos com festa após vitória na Taça das Nações Africanas

Jogadores do Senegal acolhidos com festa após vitória na Taça das Nações Africanas

Os futebolistas da seleção senegalesa, que se tornaram campeões africanos ao vencerem o Marrocos no domingo (20), desfilaram triunfantes por Dakar, onde dezenas de milhares de adeptos se reuniram para saudar os 'Leões de Teranga'.

Depois de sete horas a percorrer bairros populares e elegantes, os elementos da comitiva chegaram ao palácio presidencial no coração histórico da capital senegalesa.

A vitória dramática do Senegal por 1 a 0 na prorrogação frente ao Marrocos em Rabat, no domingo, que assegurou o segundo título da Taça das Nações Africanas ao país, espalhou alegria e orgulho por toda a nação situada na costa ocidental do continente.

Os heróis de Rabat alternaram-se a erguer o troféu a bordo de um autocarro descapotável.

Para os adeptos, todos os meios eram válidos para ver de perto os Leões, mesmo que isso implicasse subir aos tejadilhos dos carros ou ao topo dos painéis publicitários.

"Os Leões encheram uma nação inteira de orgulho", afirmou à AFP Hortense Kenny, uma mulher na casa dos trinta anos, acompanhada do filho de cinco anos, do bairro de Patte d'Oie.

"Agora só falta vencer o Mundial. Sadio Mané, tudo é possível!", exclamou ela, referindo-se à estrela da seleção e ao próximo torneio que se realiza de junho a julho deste ano nos Estados Unidos, México e Canadá.

Este momento de grande euforia traz alívio a um país que, entre 2021 e 2024, enfrentou graves problemas políticos que provocaram dezenas de mortes e que continua imerso numa situação económica e social delicada.

A final caótica no Estádio Príncipe Moulay Abdellah foi marcada por um golo anulado ao Senegal e um controverso penalti falhado pela seleção marroquina nos minutos finais, seguido de tensões dentro e fora do relvado.

Este título recompensa a segunda nação africana melhor classificada no ranking da FIFA, logo atrás do Marrocos.

No Mundial de 2026, o Senegal integra o Grupo I, ao lado de França, Noruega e o vencedor da segunda chave do playoff intercontinental (Bolívia, Suriname ou Iraque).